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Cury espera ganhar flexibilidade com nova faixa do Minha Casa Minha Vida

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O lançamento da nova faixa do Minha Casa Minha Vida (MCMV) é visto de modo positivo pela Cury Construtora. O vice-presidente comercial da empresa, Leonardo Mesquita, acredita que a ampliação do programa habitacional ajudará a dar mais flexibilidade para a empresa no desenvolvimento dos seus projetos.

A Cury já trabalha com empreendimentos nas faixas 2 e 3 do MCMV, em que os apartamentos custam até R$ 350 mil. Esses negócios responderam por 70% dos lançamentos da empresa em 2024. Os demais 30% já foram, na maioria, residenciais de até R$ 500 mil, o que os colocaria dentro da recém-criada faixa 4.

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"Em 2024, 70% das unidades lançadas pela Cury foram enquadradas no MCMV. Já com a criação da nova faixa, esse patamar seria de 95%", aponta Mesquita.

Pela frente, a Cury prefere não cravar o porcentual dos lançamentos em cada faixa. Até porque o governo anunciou que permitirá que famílias das faixas 3 possam acessar imóveis da faixa 4.

Segundo Mesquita, a principal oportunidade para a empresa com a nova faixa será o ganho de liquidez, uma vez que a população da faixa 4 poderá ter acesso a um financiamento com taxa menor que a atual, o que favorece a decisão de compra.

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Outra vantagem será a flexibilidade para reajustar os preços de imóveis que já estavam perto do teto da faixa 3. Até então, subir o preço acima de R$ 350 mil tinha um peso muito grande, pois os clientes perdiam acesso ao financiamento com juros subsidiados e reduzidos. "É possível aumentar o preço porque o juro entre as faixas não vai mais ter uma diferença tão gritante", observou.

Mesquita ponderou ainda que o volume dos lançamentos da Cury na faixa 4 vai depender da garantia de perenidade dessa nova fonte de recursos. "Tendo confirmação do funding, poderemos nos planejar melhor. Até então, vamos buscar tirar proveito do que já temos na mão", ressaltou.

Contratações da nova faixa do MCMV começam em maio

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As contratações da recém-criada faixa 4 do MCMV vão começar na primeira quinzena de maio e devem ser capazes de atender 120 mil famílias por ano, segundo informou o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, em entrevista ontem. Segundo ele, o orçamento já está praticamente garantido até o fim do ano que vem.

O programa foi ampliado para atender famílias da classe média que ganham entre R$ 8 mil e R$ 12 mil. A nova linha terá financiamentos de até 420 meses, com taxa de juros de 10,50% ao ano, para aquisição de imóveis de até R$ 500 mil. Até então, o programa abrangia famílias com renda de até R$ 8 mil e imóveis de até R$ 350 mil.

A iniciativa busca suprir a carência de financiamento para a população de classe média, historicamente atendida por linhas de crédito cujos recursos saem das cadernetas de poupança. No entanto, as taxas de juros vêm subindo nos últimos meses, ficando em torno de 12% ao ano, algo que dificulta o fechamento de negócios.

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