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Correção: Votorantim: lucro líquido é de R$ 1,2 bi no 2º trimestre, alta de 120%

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Na matéria divulgada anteriormente, havia uma incorreção. A Auren e suas subsidiárias tiveram a classificação de crédito elevada e não a Votorantim, como informado anteriormente. Segue a nota corrigida.

A Votorantim encerrou o segundo trimestre de 2025 com lucro líquido de R$ 1,2 bilhão, alta de 120% sobre o mesmo período de 2024. O Ebitda ajustado totalizou R$ 2,9 bilhões, com alta de 4% na mesma base de comparação. A receita líquida consolidada, por sua vez, foi de R$ 13,7 bilhões, crescimento de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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Segundo a companhia, o desempenho foi impulsionado, principalmente, pela melhora de preços e volumes da Votorantim Cimentos. "Os resultados do trimestre, mesmo diante de um cenário desafiador, provam mais uma vez a assertividade da nossa estratégia de diversificação, com um portfólio resiliente e complementar, capaz de gerar valor em diferentes ciclos econômicos", afirmou o CEO da Votorantim, João Schmidt.

Durante o trimestre, destaque para a entrada da companhia no bloco de controle da Hypera e o fato da Votorantim Cimentos ter concluído o desinvestimento no Marrocos. Algumas empresas do portfólio também concluíram captações relevantes no mercado internacional e local.

"A Nexa e BV concluíram a captação de um total combinado de US$ 1 bilhão no mercado internacional por meio de emissões de bonds, com foco em fortalecimento de capital e liquidez. No mercado de capitais local, a Votorantim Cimentos captou R$ 1 bilhão e a Motiva captou R$ 1,32 bilhão", informa.

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A Votorantim cita ainda a integração dos ativos adquiridos recentemente pela Auren, que avança, segundo a gestão, na captura de sinergias. "Em agosto, a empresa concluirá o processo de liability management relacionado à aquisição, incluindo o refinanciamento integral do empréstimo-ponte originalmente contratado para viabilizar a transação, resultando na redução do custo médio, na extensão do perfil de amortização e do prazo médio da dívida", diz a Votorantim.

A Auren e as suas subsidiárias tiveram a classificação de crédito elevada para AAA.br (estável) pela Moodys Local, com melhorias nas notas de suas subsidiárias. "Estamos confortáveis com nossa posição de caixa e liquidez, que nos dão plena capacidade de ter prontidão para realizar movimentos estratégicos. Estamos satisfeitos com as plataformas consistentes que construímos para diversificar nosso portfólio", diz ainda o CFO da Votorantim, Sergio Malacrida.

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