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Correção: Bolsas de NY fecham em alta, com inflação e postura do Fed em foco

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O texto enviado na sexta-feira, 31, continha erro no segundo parágrafo, nos cálculos das variações mensais dos índices. Segue abaixo a versão corrigida.

Os mercados acionários de Nova York registraram ganho, nesta sexta-feira, 31. O apetite de risco foi apoiado por leitura abaixo do previsto do núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), que poderia influir na política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Com isso, preocupações recentes com turbulências no setor bancário ficaram em segundo plano.

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O índice Dow Jones fechou em alta de 1,26%, em 33.274,15 pontos, o S&P 500 subiu 1,44%, a 4.109,31 pontos, e o Nasdaq avançou 1,74%, a 12.221,91 pontos. Na comparação semanal, os índices subiram 3,22%, 3,48% e 3,37%, respectivamente. Já no mês de março, o Dow Jones teve alta de 1,89%, o S&P 500 avançou 3,51% e o Nasdaq subiu 6,69%.

O PCE subiu 0,3% em fevereiro ante janeiro informou nesta sexta o Departamento do Comércio, com alta anual de 5,0%. Já o núcleo do índice, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, cresceu 0,3% no mês e 4,6% ante igual mês de 2022. As previsões, no caso do núcleo, eram de altas de 0,4% e 4,7%, portanto os números vieram abaixo do previsto por analistas consultados pelo Wall Street Journal.

A reação ao dado apoiou a tomada de risco nesta sexta. Entre dirigentes do Fed, Susan Collins (Boston) considerou que o PCE havia sido uma "notícia positiva". Collins ainda argumentou que é preciso equilibrar os riscos, para não apertar em demasia a política monetária.

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No monitoramento do CME Group, de qualquer modo, ao longo do dia houve bastante equilíbrio entre a chance de manutenção dos juros ou alta de 25 pontos-base, na próxima reunião do BC americano, no início de maio. O Capital Economics viu o dado como "levemente encorajador" para os dirigentes do Fed, mas também apontou que a inflação segue muito elevada, enquanto a Oxford Economics considerou que o PCE mostra que uma "leve recessão" nos EUA ainda é provável.

Nas bolsas, o tom foi positivo durante o dia, com máximas na hora final do pregão. O setor bancário, foco de tensões recentes, também se saiu bem: Citigroup subiu 1,78%, JPMorgan teve alta de 1,21% e Goldman Sachs, de 1,86%. Entre papéis de peso de outros segmentos, Apple fechou em alta de 1,56%, Amazon ganhou 1,26%, Alphabet subiu 2,81% e Meta, 1,97%. Boeing fechou com alta de 0,66%, Chevron subiu 0,47% e Ford Motor, 2,52%.

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