Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Copom se reúne hoje, em meio à indefinição sobre o pacote de cortes de gastos do governo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Comitê de Política Monetária (Copom) dá início nesta terça-feira, 5, à reunião que definirá a taxa Selic, em meio à disparada da percepção de risco fiscal e à indefinição sobre o pacote de corte de gastos do governo. Conforme a pesquisa Projeções Broadcast, é praticamente unânime no mercado a expectativa pela aceleração do ritmo de aperto dos juros, de 0,25 ponto porcentual para 0,50 ponto porcentual, levando a taxa a 11,25% ao ano.

Nas últimas declarações públicas antes do período de silêncio, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e diretores da autarquia enfatizaram que a incerteza fiscal tem adicionado prêmios aos ativos e às expectativas. Um "choque fiscal positivo", entendido pelo mercado como uma medida estrutural para garantir a sustentabilidade das contas públicas, seria necessário para permitir juros menores, disseram.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ao que tudo indica, esse choque dificilmente virá antes da decisão. Na noite de ontem, após uma reunião entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Simone Tebet (Planejamento), Esther Dweck (Gestão), Nísia Trindade (Saúde), Luiz Marinho (Trabalho) e Camilo Santana (Educação), a Fazenda informou em nota que o quadro fiscal do País foi "apresentado e compreendido".

Hoje, outros ministros serão chamados pela Casa Civil para que possam opinar, segundo a pasta.

Enquanto a indefinição permanece, a tendência é de que o Copom endureça o tom sobre a política fiscal no seu comunicado. As projeções do mercado já indicam que a taxa Selic terá de subir até 12,50% no fim do ciclo. Mesmo assim, os economistas continuam aumentando as suas projeções para a inflação no horizonte relevante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline