Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Conselheiro da Casa Branca afirma que tarifas recíprocas de Trump 'não são negociáveis'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O conselheiro sênior para o Comércio da Casa Branca, Peter Navarro, afirmou que as tarifas recíprocas anunciadas na quarta-feira, 2, pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "não são negociáveis". Segundo ele, o pacote tarifário do republicano foi implementado "em decorrência de uma emergência nacional".

"Essas tarifas estão aí para proteger os EUA e reestruturar nossa economia. Elas nos ajudarão a aumentar nossa arrecadação externa de impostos", disse Navarro em entrevista à CNBC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ele defendeu que as medidas "beneficiarão os americanos com cortes de impostos", promessa já feita pelo próprio presidente Trump.

Navarro argumentou que "o resto do mundo nos traía com tarifas muito altas e injustas" e acusou a União Europeia, a Índia e a Coreia do Sul de se beneficiarem dos acordos comerciais com os EUA. "Nós não temos amigos em relações comerciais, nós temos aproveitadores", afirmou.

Segundo ele, essa "injustiça tarifária externa" retirava empregos de americanos e "roubava" a riqueza do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O conselheiro também minimizou as críticas às medidas adotadas pelo governo. "Trump foi muito gentil ao cortar tarifas que eles praticavam contra nós pela metade para aplicar a reciprocidade dos EUA", mencionou.

Ele acrescentou que os cálculos para as novas tarifas foram feitos com base em uma "análise sofisticada" e que os déficits comerciais dos EUA agora estão concentrados nos países "mais pobres do mundo". "Cada déficit comercial que temos com cada país nos ajudou a calcular as tarifas", concluiu.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline