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Confiança da Construção cai 1,9 ponto em janeiro, a 94,9 pontos, revela FGV

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O Índice de Confiança da Construção (ICST) caiu 1,9 ponto porcentual na passagem de dezembro para janeiro, informou há pouco a Fundação Getulio Vargas (FGV). "Vale destacar que a percepção sobre os negócios correntes das empresas de Edificações melhorou. Por outro lado, as empresas de Instalações, que compõem o segmento de Serviços Especializados, ficaram mais pessimistas, puxando o ICST consolidado", destacou, em nota, a coordenadora de Projetos da Construção do Ibre/FGV, Ana Maria Castelo.

Ela ainda avalia que as empresas ficaram mais pessimistas quanto à demanda dos próximos meses, com o Indicador de Demanda Prevista atingindo o pior resultado desde janeiro de 2023. Segundo ela, este ano será desafiador para os negócios. "O ciclo de atividade para 2025 está em grande parte contratado, mas sustentar o crescimento dos negócios ante o forte choque de juros não será fácil", afirma.

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Houve, nesta leitura, recuo de 0,4 ponto no Índice de Situação Atual (ISA-CST) e de 3,3 pontos no Índice de Expectativas (IE-CST). A queda do ISA-CST foi puxada pelo avanço do indicador de volume de carteira de contratos, que caiu 0,9 ponto, para 96 pontos, enquanto o indicador de situação atual dos negócios subiu 0,2 ponto, para 95,6 pontos.

Já no IE-CST, os dois componentes caíram: indicador de demanda prevista nos próximos três meses recuou 4,3 pontos, atingindo 96 pontos, e o indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses retraiu 2,3 pontos, para 92,3 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) da Construção subiu 0,3 ponto porcentual, para 79,2%. O Nuci de Mão de Obra caiu 0,1 ponto, para 80,2%, enquanto o Nuci de Máquinas e Equipamentos avançou 1,1 ponto porcentual, para 74,7%.

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