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Concessões no crédito livre caem 3% em fevereiro ante janeiro, revela BC

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As concessões de crédito livre dos bancos caíram 3,0% em fevereiro, na comparação com janeiro, para R$ 518,7 bilhões, informou o Banco Central nesta quarta-feira, 9. No acumulado de 12 meses, crescem 15,6%. Os dados não incorporam ajustes sazonais.

Concessões para pessoas físicas recuaram 4,8%, para R$ 284,7 bilhões. No acumulado de 12 meses, avançam 13,3%. As concessões para empresas caíram 0,8% no mês, para R$ 234,0 bilhões. Em 12 meses, têm alta de 18,4%.

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Juros

A taxa média de juros no crédito livre passou de 42,2% em janeiro (dado revisado) para 43,7% em fevereiro, informou o BC. Em fevereiro de 2024, a taxa era de 40,3%.

O juro médio do crédito livre para pessoas físicas passou de 53,9% em janeiro para 56,3% em fevereiro. A taxa média cobrada das empresas passou de 24,1% (dado revisado) para 23,9%.

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A taxa do cheque especial subiu de 135,6% (dado revisado) para 144,4%. A do crédito pessoal passou de 45,9% para 47,8%.

Os bancos brasileiros oferecem parcelamento de dívidas no cheque especial desde 2018, válida para débitos maiores que R$ 200. Em 2020, o BC passou a limitar os juros do cheque especial a 8% ao mês, ou 151,82% ao ano.

O juro médio no crédito para aquisição de veículos caiu de 29,5% em janeiro para 29,1% em fevereiro.

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A taxa média no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), subiu de 29,8% para 30,5% entre janeiro e fevereiro. Em fevereiro de 2024, estava em 27,9%.

O Indicador de Custo de Crédito (ICC) passou de 22,1% (dado revisado) para 22,4%. O índice mostra o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque. Na prática, reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.

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