Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Comissão Mista aprova relatório da MP do consignado privado

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Comissão Mista do Congresso que analisa a medida provisória (MP) sobre crédito consignado aprovou nesta quarta-feira, 18, com mudanças, o relatório do senador Rogério Carvalho (PT-SE). O texto segue agora para análise da Câmara e precisa ser aprovado até 9 de julho no Congresso para seguir em vigor.

"Estamos, ainda que com cessão de crédito, dando a chance de muitos brasileiros terem de volta seu nome limpo. E há limite de endividamento, porque ninguém pode tomar crédito consignado além de 30% do salário", declarou Carvalho após a votação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A MP tem o objetivo de modernizar o marco legal do crédito consignado para trabalhadores regidos pela CLT, empregados domésticos, rurais e diretores não empregados com direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo o relatório, a medida provisória não terá impacto fiscal.

Mudanças

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das alterações feitas pela comissão foi a inclusão de motoristas e entregadores por aplicativos no acesso a esse tipo de crédito.

O relator também acatou uma emenda para que serviços de proteção ao crédito tenham acesso a informações disponíveis no sistema. Um dos pontos da MP é o consentimento obrigatório para uso e compartilhamento de dados pessoais.

"Tem nos preocupado o superendividamento das famílias. Da forma como está hoje, o dado está fragmentado. É importante que as agências de crédito, como Serasa, tenham dados para orientar e alertar. Quanto mais dados houver, pode cair a taxa de juros", disse o líder do União Brasil, Efraim Filho (PB).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A MP também cria um Comitê Gestor do Crédito Consignado, que será composto por representantes da Casa Civil e dos Ministérios do Trabalho e da Fazenda. O deputado Pauderney Avelino (União Brasil-AM) defendeu a fixação de um teto para juros cobrados e pediu a inclusão do Conselho Monetário Nacional (CMN) no Comitê Gestor do Crédito Consignado.

"Sabemos o que acontece na vida real de corretores batendo à porta de pessoas que não conhecem o sistema de juros", declarou, durante a votação. O relator Rogério Carvalho afirmou que o colegiado será responsável por normas gerais e não pela fixação de juros.

A medida provisória foi publicada pelo governo em março. Segundo o Executivo, a MP pode triplicar o volume de crédito para trabalhadores do setor privado, de R$ 40 bilhões para R$ 120 bilhões. "Esse programa talvez seja o mais revolucionário no médio prazo. São 47 milhões de pessoas que hoje estão pagando mais de 5% ao mês de juros no crédito pessoal. Com essa garantia que vai ser oferecida, as taxas podem cair 50% ou mais", disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante a cerimônia de lançamento da MP.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline