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Começa julgamento que pode desmembrar a meta

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A Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, começou a enfrentar nesta segunda, 14, um julgamento que pode determinar o desmembramento da empresa em companhias menores, diante da acusação de monopólio feita pelo governo dos EUA. O processo deve durar cerca de dois meses até que a Justiça americana tenha uma decisão.

De acordo com a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês), a compra do Instagram e do WhatsApp configuraram em uma estratégia que eliminaria a concorrência de outras empresas em prol de um domínio da Meta (na época ainda chamada Facebook) no setor de redes sociais e aplicativos de mensagem.

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Esse é o primeiro grande julgamento contra big techs do governo Trump. O teste, principalmente para a FTC, deve ser um primeiro indício sobre a postura do governo em relação ao escrutínio dessas empresas em uma administração mais favorável às gigantes de tecnologia.

Ainda segundo a FTC, a Meta manteve o monopólio ao seguir a estratégia do CEO Mark Zuckerberg, expressa em 2008, segundo a qual "é melhor comprar do que competir". "Fiel a essa máxima, o Facebook rastreou sistematicamente rivais em potencial e adquiriu empresas que considerava sérias ameaças", declarou a FTC.

O Facebook também adotou políticas destinadas a dificultar a entrada de rivais menores no mercado e "neutralizar ameaças competitivas percebidas", afirma a FTC em sua denúncia, no momento em que o mundo passou a dar mais atenção aos dispositivos móveis do que aos computadores de mesa.

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"Incapazes de manter seu monopólio por meio de uma concorrência justa, os executivos da empresa enfrentaram a ameaça comprando inovadores que estavam tendo sucesso onde o Facebook falhou", diz a FTC.

Caso a Justiça americana decida que a Meta agiu como um monopólio, a empresa terá de separar suas operações do Instagram e do WhatsApp, podendo ser obrigada a vender os apps.

Zuckerberg foi a primeira testemunha convocada para prestar depoimento no processo. Devem ser chamadas também Sheryl Sandberg, ex-COO do Facebook, e um dos criadores do Instagram, Kevin Systrom.

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Aquisições

O Facebook comprou o Instagram em 2012 por US$ 1 bilhão em dinheiro e ações, e foi a primeira empresa que a companhia de Zuckerberg adquiriu e manteve em funcionamento como um aplicativo separado. Dois anos depois, o aplicativo de mensagens WhatsApp, que foi comprado por US$ 22 bilhões, se tornou um dos maiores mensageiros em utilização no mundo.

"As evidências no julgamento mostrarão o que todo jovem de 17 anos sabe: Instagram, Facebook e WhatsApp competem com o TikTok, de propriedade chinesa, YouTube, X, iMessage e muitos outros. Mais de dez anos depois que a FTC analisou e liberou nossas aquisições, a ação da comissão nesse caso envia a mensagem de que nenhum acordo é realmente definitivo. Os reguladores deveriam estar apoiando a inovação americana, em vez de tentar desmembrar uma grande empresa americana e favorecer ainda mais a China", disse a Meta em comunicado. (COM INFORMAÇÕES DA AP)

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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