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Com restrições, exportação de carne de aves recua 21,3% nas três primeiras semanas de junho

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As exportações de carne de aves seguem em queda em junho, afetadas pela restrição temporária de compras por alguns países em função de um caso de gripe aviária registrado em uma granja comercial em maio. Nas três primeiras semanas do mês, a média diária embarcada recuou 21,3% na comparação com o mesmo período de 2024, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 23, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Por outro lado, as exportações de carne bovina e suína mantêm trajetória de crescimento. A média diária de embarques de carne bovina avançou 25,3%, enquanto a de carne suína subiu 28,2% na mesma base de comparação.

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Para a carne de aves, o volume exportado até a terceira semana do mês somou 224.040 toneladas, com média diária de 16.003 toneladas, ante 20.400 toneladas em igual período do ano passado. O preço médio por tonelada teve leve alta de 0,4%, chegando a US$ 1.792,70, ante US$ 1.785,40 em junho de 2024.

No caso da carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, o Brasil exportou 168.838 toneladas até a terceira semana de junho. A média diária foi de 12.060 toneladas, acima das 9.623 toneladas registradas em junho de 2024. O preço médio por tonelada aumentou 21,6%, passando de US$ 4.466,30 em junho de 2024 para US$ 5.431,60.

Já as exportações de carne suína totalizaram 84.151 toneladas nos primeiros 15 dias úteis de junho. A média diária ficou em 6.011 toneladas, frente às 4.689 toneladas de um ano antes. O preço médio por tonelada subiu 10,5%, para US$ 2.608,60, ante US$ 2.360,80 em igual período de 2024.

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