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Casa Branca: orçamento encerra subsídios aos fabricantes de veículos elétricos e baterias -

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A Casa Branca divulgou oficialmente nesta sexta-feira (2) a prévia da proposta final do orçamento dos Estados Unidos para o ano fiscal de 2026 e, no documento, propõe o encerramento de subsídios aos fabricantes de veículos elétricos e baterias, bem como o cancelamento do Ato de Financiamento e Inovação da Infraestrutura de Transporte de Dióxido de Carbono, programa do antecessor democrata, Joe Biden.

"O orçamento cancela mais de US$ 15 bilhões em verbas do programa Green New Scam da Lei de Investimento e Empregos em Infraestrutura (IIJA, na sigla em inglês) e cancela mais US$ 5,7 bilhões em verbas do IIJA fornecidas ao Departamento de Transportes para programas de subsídios para carregadores de veículos elétricos fracassados e desnecessários", escreve.

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Outro corte proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, é a redução de US$ 491 milhões - ante o orçamento vigente - para Agência de Cibersegurança e Infraestrutura (CISA, na sigla em inglês). "O orçamento redireciona a CISA para sua missão principal: defesa da rede federal e aprimoramento da segurança e resiliência da infraestrutura crítica, eliminando, ao mesmo tempo, o desperdício", acrescenta.

Trump também propõe o corte de financiamento para programas de minorias, o que ele classificou como "marxismo cultural". As principais agências afetadas serão a de Desenvolvimento Internacional (USAid), Fundação Nacional da Ciência e Justiça ambiental.

Na contramão, a nota informa que o orçamento inclui um aumento de US$ 134 milhões em investimentos direcionados para fortalecer a fiscalização do comércio e proteger agressivamente a inovação americana. De acordo com a Casa Branca, a medida considera US$ 122 milhões adicionais para o Departamento de Indústria e Segurança, para "proteger a competitividade tecnológica do país e combater as ameaças da China".

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"Esses novos fundos também 'abordariam' o comércio desleal e desequilibrado por meio do aumento das investigações sobre direitos antidumping e compensatórios", escreve o documento, que também destaca um possível desenvolvimento das "ferramentas analíticas necessárias para lidar com os riscos da cadeia de suprimentos e do sourcing".

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