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Câmbio: trégua entre EUA e Irã reduz tensão e fortalece real

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O dólar cai mais de 1% no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 8, a R$ 5,09, após tocar mínima de R$ 5,0721 - menor nível intradiário desde 8 de maio de 2024 (R$ 5,0769), enquanto o Ibovespa futuro avança mais de 2,5%.

Os juros futuros também recuam com força, acompanhando a desvalorização da moeda americana e das taxas dos Treasuries e de títulos europeus, após o cessar-fogo entre EUA e Irã e a reabertura do Estreito de Ormuz por 15 dias, mediados pelo Paquistão. O petróleo despenca mais de 15%, com o Brent e o WTI ainda acima de US$ 91 e US$ 93 por barril, respectivamente.

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O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou nesta quarta-feira que o Irã confirmou que participará de conversas com os Estados Unidos na sexta-feira (10), em Islamabad. Ainda não estava claro quem representará Teerã nas negociações.

Já o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o país trabalhará em estreita colaboração com o Irã após o cessar-fogo de duas semanas, citando avanço nas negociações. Também afirmou que países que fornecerem armas a Teerã serão tarifados em 50% nas exportações aos EUA.

No noticiário doméstico, o IGP-DI passou de uma queda de 0,84% em fevereiro para alta de 1,14% em março, acima da mediana esperada (+1,06%), impulsionado pelo encarecimento de commodities agropecuárias e de produtos afetados pela guerra no Oriente Médio. Apesar da aceleração mensal, o índice ainda acumula recuo de 1,30% em 12 meses.

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O economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato, avalia que a arrecadação extra com a escalada do petróleo, em meio aos conflitos no Oriente Médio, deve permitir ao governo financiar sem impacto fiscal o pacote anunciado na segunda-feira para conter altas nos preços do diesel e do gás de cozinha.

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