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Bônus de Itaipu na conta de luz derruba inflação de janeiro

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Apesar da alta nos gastos das famílias com alimentos e transportes, a inflação oficial no País iniciou o ano com forte desaceleração. O alívio, porém, é passageiro, e se deveu à incorporação do chamado bônus de Itaipu às contas de luz - valor de R$ 1,3 bilhão referente ao saldo positivo que a empresa teve com a venda da sua energia-, que reduziu o custo da energia elétrica em janeiro.

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o primeiro mês do ano com alta de 0,16%, ante elevação de 0,52% em dezembro, conforme informou nesta terça, 11, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a menor taxa para um mês de janeiro de toda a série histórica, iniciada na implementação do Plano Real, em 1994.

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No acumulado dos últimos 12 meses, porém, o índice está em 4,56%, acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central (BC).

No mês passado, a energia elétrica ficou 14,21% mais barata, maior queda desde fevereiro de 2013, graças à incorporação do bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas em janeiro, que teve peso preponderante na queda da inflação, segundo Fernando Gonçalves, gerente do IPCA no IBGE. "O impacto só de energia elétrica foi de -0,55 ponto porcentual. Foi por conta dessa energia elétrica (a taxa mais branda do IPCA)."

Em janeiro, quatro dos nove grupos de despesas que integram o IPCA tiveram quedas de preços. Além de habitação, houve deflação em artigos de residência, vestuário e comunicação. As altas foram registradas em alimentação, transportes, despesas pessoais, saúde e educação.

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Os gastos com transportes tiveram elevação de 1,3%, influenciados pelo aumento de 10,42% nas passagens aéreas.

Com restrição de oferta em algumas culturas, os alimentos voltaram a ficar mais caros em janeiro, pelo quinto mês consecutivo. As carnes, porém, deram uma trégua. Após meses de forte aumento, em janeiro a alta foi de 0,36%. Alguns cortes até ficaram mais baratos, como patinho (-0,26%), acém (-1,45%) e costela (-0,11%).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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