Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Bolsas NY fecham em queda de 1%, com parcimônia em falas de membros do Fed e tensão geopolítica

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas de Nova York fecharam em queda, nesta quinta-feira, 4, com piora do clima no final do pregão e venda generalizada de ações. O Dow Jones derreteu 530 pontos. A deterioração do sinal ocorreu após falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) ampliarem a incerteza sobre o espaço para o corte da taxa de juros nos Estados Unidos, enquanto o recrudescimento das tensões geopolíticas puxou os preços do petróleo e gerou a busca pela segurança dos Treasuries, pressionando os rendimentos para baixo. A movimentação antecedeu ainda a divulgação na sexta-feira dos dados do mercado de trabalho de março nos EUA.

O índice Dow Jones encerrou a sessão em baixa de 1,35%, aos 38.596,98 pontos; o S&P 500 cedeu 1,23%, aos 5.147,21 pontos; e o Nasdaq perdeu 1,40%, aos 16.049,08 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A desinflação nos EUA deve acontecer em ritmo mais lento do que o visto no último trimestre de 2023, afirmou a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, nesta tarde. Segundo ela, haverá "apoio notavelmente menor do lado da oferta" do que no ano passado, e por isso a inflação desacelerará a ritmo bem mais gradual. Sem poder de voto, o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, afirmou que previu, nas projeções de março do Fed, dois cortes de juros para este ano, mas acrescentou que, caso a inflação perdure na faixa atual, isso poderia levá-lo a se questionar se seria adequado levar adiante o plano neste ano.

Os comentários antecedem a divulgação do relatório do mercado de trabalho, o payroll, na sexta-feira. A economia dos EUA deve ter criado 200 mil vagas em março, segundo a mediana dos 27 analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast. Caso se confirme, o número representará desaceleração, após os 275 mil postos de trabalho criados em fevereiro no país.

O clima pesado também veio do lado geopolítico, com notícias de preparativos de Israel para uma potencial retaliação do Irã a ataque a uma representação diplomática.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As empresas petrolíferas exibiram resistência diante do avanço do petróleo, o que induziu o Brent a retomar o patamar de US$ 90 pela primeira vez desde outubro.. A Exxon Mobil subiu 0,35% e a Chevron, 0,16%.

Do lado oposto, as companhias aéreas ficaram entre os destaques negativos em Wall Street. A United Airlines perdeu 3,14% e a American Airlines teve queda de 2,26%.

A Intel caiu 1,49%, estendendo o recuo de 8,22% da sessão de quarta-feira, ainda sob o efeito do anúncio de que a unidade de fabricação de chips semicondutores da companhia amargou prejuízo de US$ 7 bilhões no ano passado. Entre as titãs de tecnologia, a Apple perdeu 0,45% e a Microsoft, -0,61%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os bancos também foram punidos por vendas, com o Goldman Sachs e o Bank of America fechando em baixa de 1,87% e 1,39%, respectivamente.

*Com informações da Dow Jones Newswires

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline