Economia

Bolsas de NY fecham sem sinal único, com balanços e sinais do Fed em foco

Gabriel Bueno da Costa (via Agência Estado) ·
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Os mercados acionários de Nova York não registraram sinal único, nesta quinta-feira, 14, com o Nasdaq ainda conseguindo ganho modesto, bem perto da estabilidade. A inflação nos Estados Unidos continuou como foco importante, mas balanços corporativos também estiveram no radar, com o setor financeiro liderando as baixas, enquanto entre os ganhos o de tecnologia puxou ganhos.

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O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,46%, em 30.630,17 pontos, o S&P 500 recuou 0,30%, a 3.790,38 pontos, e o Nasdaq subiu 0,03%, a 11.251,19 pontos.

Na agenda de indicadores, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos EUA subiu 1,1% em junho ante maio, acima da previsão. Já o núcleo do PPI avançou abaixo do previsto. Os pedidos de auxílio-desemprego, por sua vez, subiram 9 mil na semana, a 244 mil, acima da previsão de 235 mil.

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No setor corporativo, o Morgan Stanley teve queda no lucro e na receita no segundo trimestre, com resultado abaixo do esperado pelo mercado, e a ação do banco caiu 0,39% hoje. JPMorgan teve baixa de 3,49%, após também exibir resultados piores que o previsto, com queda no lucro líquido no segundo trimestre. Com isso, o JPMorgan anunciou que suspenderia recompra de ações.

Nas bolsas, o tom negativo predominou em boa parte do dia. Além dos balanços modestos, a perspectiva de altas de juros tende a conter o mercado acionário. Hoje, o Citi afirmou em relatório que o Fed poderia elevar os juros em 100 pontos-base na reunião deste mês, mas as apostas do mercado passaram a ser majoritárias em uma alta de 75 pontos-base.

Entre outras ações importantes, Citigroup caiu 2,99%, ExxonMobil recuou 2,00% e Meta, 3,33%. Já Apple subiu 2,05%, Amazon ganhou 0,21% e Microsoft, 0,54%. Boeing fechou em alta de 2,22%.