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Bolsas de NY fecham sem coesão com Dow e S&P em alta e Nasdaq em queda antes de tarifas

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As bolsas de Nova York recuperaram as perdas iniciais e fecharam em alta na segunda-feira, 31, embora ainda com incertezas em torno dos planos tarifários do presidente Donald Trump, que devem ser detalhados na quarta-feira. O Nasdaq seguiu em queda, ainda que tenha reduzido as perdas, sob pressão nas ações de tecnologia.

O Dow Jones avançou 1%, para 42.001,75 pontos, beneficiado pelos ganhos das ações do Walmart (+3,1%), Sherwin-Williams (2,8%) e da Home Depot (+2,3%). O S&P 500 ganhou 0,55%, fechando a 5.611,85 pontos, enquanto o Nasdaq recuou 0,14%, para 17.299,29 pontos, conforme os dados preliminares.

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Em março, o S&P 500 registrou uma queda de 5,75%, a maior queda mensal desde setembro de 2022, quando caiu 9,3%. O Nasdaq perdeu 8,21% no mês, enquanto o Dow Jones recuou 4,20%.

As bolsas começaram o pregão com fortes perdas, com o Dow Jones tocando a mínima do dia a 41.148,13 pontos. No entanto, o avanço do Índice de Gerentes de Compras (PMI) americano, que superou as expectativas de março, e os ganhos expressivos dos setores de energia e consumo básico ajudaram a reduzir as perdas, levando o Dow Jones ao território positivo e o S&P 500 a inverter a tendência e passar a subir.

Para o Barclays, o cenário em torno do esperado pacote tarifário de Trump é caracterizado por uma "ansiedade de libertação". O banco prevê que os EUA adotem tarifas recíprocas a 15 a 25 países, com efeitos quase imediatos. Por outro lado, o Goldman Sachs elevou sua previsão de recessão nos EUA, aumentando as chances para 35%, de 20%, e também revisou suas estimativas de crescimento do PIB para 2023, agora projetando um crescimento de apenas 1,5%.

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A Tesla caiu 1,67%, ampliando as perdas recentes, com expectativa de divulgação do balanço trimestral sobre as entregas de veículos na quarta-feira. A CoreWeave caiu 7,3%, a startup de inteligência artificial, que começou a ser negociada na sexta-feira, teve sua abertura de capital classificada como "decepcionante" pelo mercado.

A Moderna caiu 8.9% após a notícia da renúncia de Peter Marks na sexta-feira, que liderava o Centro de Avaliação e Pesquisa de Biológicos da FDA, afetando a ação e o setor de biotecnologia.

A Amazon lançou nesta segunda-feira um agente de IA de uso geral e um novo site para interagir com seus modelos de inteligência artificial personalizados. Apesar do anúncio, as ações acompanharam o movimento do setor de tecnologia e encerraram o pregão em queda de 1,28%.

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Além das ameaças tarifárias, a semana também traz importantes dados econômicos, incluindo o relatório de emprego (payroll) de março, que os analistas esperam que revele os efeitos das políticas de Trump sobre o mercado de trabalho americano e, consequentemente, sobre a política monetária.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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