Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Bolsas de NY fecham em baixa na véspera do payroll e embate Musk-Trump derruba Tesla

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta quinta-feira, 5, em meio a expectativas para o payroll, que deve mostrar desaceleração das vagas criadas na economia. A sessão foi marcada por sinais positivos no front comercial entre Estados Unidos e China, dados econômicos mistos e uma forte queda nas ações da Tesla, após um embate público entre o CEO Elon Musk e o presidente norte-americano, Donald Trump.

O índice Dow Jones recuou 0,25%, aos 42.319,74 pontos. O S&P 500 caiu 0,53%, a 5.939,30 pontos, e o Nasdaq recuou 0,83%, a 19.298,45 pontos. Os dados são preliminares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As ações da Tesla ficaram no centro das atenções em meio ao embate público entre Trump e Musk. O papel derrapou 14,3%, ampliando as fortes perdas da véspera, depois que Trump afirmou que a maneira mais fácil de economizar no orçamento do governo é cortar subsídios de Musk.

Já os papéis da PVH (PVH), dona das marcas Calvin Klein e Tommy Hilfiger, despencaram 17,9% após a empresa alertar que as tarifas vão pressionar os lucros.

Por sua vez, a Circle, emissora da stablecoin, saltou 168%, em sua estreia após abertura de capital e a Planet Labs disparou 49,2%, após surpreender positivamente o mercado com os resultados trimestrais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A notícia de um diálogo "excelente", segundo Trump, entre os líderes dos EUA e da China elevou o otimismo sobre a retomada das negociações comerciais, ampliando a expectativa de melhora das perspectivas econômicas, segundo analistas.

Na agenda econômica, os dados comerciais mostraram que o déficit comercial dos EUA encolheu mais do que o previsto pelos economistas, com as importações despencando em resposta às tarifas. Já os pedidos semanais de seguro-desemprego vieram um pouco acima do esperado.

A Oxford Economics avalia que os dados da balança comercial sugerem recuperação do PIB dos EUA no 2º trimestre, mas alerta que ainda é difícil medir a real condição da economia. Já Stephen Stanley, do Santander, diz que os pedidos de auxílio refletem fatores sazonais e vê os custos de mão de obra alinhados à meta do Fed - o que favorece cortes de juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, as atenções se voltam para o payroll de maio, com divulgação na sexta-feira. O dado é visto como crucial para calibrar as apostas sobre os próximos passos do Fed.

*Com informações da Dow Jones Newswires

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline