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Bolsas de NY fecham em baixa, com balanços de big techs e pressionados por perspectiva para Fed

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As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta quinta-feira, 31, após avançarem e S&P 500 e Nasdaq chegarem a renovar suas máximas intradiárias, apoiadas pela divulgação de balanços positivos para Meta e Microsoft, que chegou a romper a barreira dos US$ 4 trilhões em valor de mercado. Por sua vez, as perspectivas reforçadas de uma postura mais restritiva pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) acabaram pressionando as ações ao longo da sessão. Na sexta, o destaque será a divulgação do payroll americano.

O índice Dow Jones caiu 0,74%, fechando aos 44.130,98 pontos. O S&P 500 recuou 0,37%, encerrando aos 6.339,39 pontos, enquanto o Nasdaq registrou queda de 0,03%, com 21.122,45 pontos ao final do dia. No mês, houve alta de 0,08%, 2,17% e 3,70%, respectivamente.

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A chance de o Fed manter os juros novamente na reunião de setembro ultrapassou 60% das probabilidades nesta quinta-feira, segundo a ferramenta de monitoramento do CME Group, sem se alterar após dados mais fortes que o esperado de inflação e emprego dos Estados Unidos. O mercado também vê corte de apenas 25 pontos-base (pb) até o fim do ano. A chance de manutenção das taxas de juros no nível atual, entre 4,25% a 4,5%, era de 61% contra probabilidade de 39% de um corte de 25 pb. Na quarta, as chances eram de 52,4% e 46,7%, respectivamente.

As ações da Meta saltaram 11,25% depois que a dona do Facebook ultrapassou as expectativas do mercado para o lucro e a receita do segundo trimestre e projetou receitas ainda maiores no terceiro trimestre com o empurrão da IA no seu principal negócio de publicidade. Já a Microsoft teve ganhos de 3,95%, também na esteira de resultados trimestrais e vendas mais fortes do que os investidores previam. A Mastercard teve avanço de 1% de Wall Street, após a bandeira de cartões superar as expectativas do mercado para o lucro e a receita do segundo trimestre. Outras big techs que divulgam balanços após o encerramento dos negócios em Wall Street, a Apple teve queda de 0,71%, e a Amazon avançou 1,70%.

As ações da Moderna recuaram 8,06%, aprofundando as perdas no ano, após a companhia anunciar que pretende reduzir em 10% o seu quadro de funcionários para endereçar a incerteza quanto ao futuro da fabricação de vacinas sob o governo do presidente Donald Trump. O CEO Stéphane Bancel afirmou em um memorando que, até o final do ano, a Moderna terá menos de 5.000 funcionários. O dia também traz um noticiário pesado para o setor farmacêutico, já que Trump enviou carta a 17 CEOs de grandes companhias da indústria exigindo a adoção de medidas até setembro para reduzir os preços dos medicamentos no país. GSK caiu 4,67%, Eli Lilly perdeu 2,63% e a Pfizer cedeu 2,18%, Merck teve queda de 4,44%.

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