Economia

Bolsas de NY fecham em alta, com setor de energia em destaque com petróleo

Gabriel Bueno da Costa (via Agência Estado) ·
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Os mercados acionários de Nova York fecharam com ganhos, nesta terça-feira. As bolsas caíam no início do dia, com dificuldades de grandes varejistas no radar, mas ganharam impulso ao longo do pregão, com o setor de energia liderando ganhos, em jornada positiva para o petróleo.

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O índice Dow Jones fechou em alta de 0,80%, em 33.180,14 pontos, o S&P 500 avançou 0,95%, a 4.160,68 pontos, e o Nasdaq subiu 0,94%, para 12.175,23 pontos.

A abertura foi negativa em Nova York, com a perspectiva de mais aperto monetário do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que se reúne na próxima semana, e também o varejo em foco.

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No setor, Target informou que reverá para baixo estimativa de lucro, diante da necessidade de reduzir estoques que não conseguia vender, no momento em que a economia passa de um foco maior a produtos para maior demanda por serviços, conforme a pandemia é controlada. A ação da empresa recuou 2,31%. O setor de consumo discricionário foi a única baixa de hoje no mercado acionário americano.

Ainda pela manhã, porém, o sinal passou a ser positivo nas bolsas. O setor de energia registrou ganho de mais de 3%, com ExxonMobil em alta de 4,58%, Chevron de 1,91% e Chesapeake Energy, de 2,82%, enquanto ConocoPhillips subiu 4,54%, esta terminando na máxima do dia.

Entre outros papéis importantes, Apple subiu 1,76%, Microsoft avançou 1,40% e Alphabet, 0,28%. Boeing subiu 1,13% e, entre os bancos, Citigroup subiu 1,36% e JPMorgan, 0,6%. Já Amazon caiu 1,43% e IBM, 0,07%.

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O Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Atlanta informou que seu modelo GDPNow apontava nesta semana para crescimento de 0,9% na economia americana no segundo trimestre de 1,3% na semana anterior.

O Banco Mundial, por sua vez, cortou projeção para o crescimento global neste ano. O crescimento mais fraco em si tende a ser negativo para as ações, mas também poderia levar o Fed a um aperto monetário menos duro adiante, o que tende a ser positivo para os papéis.