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Bolsas de NY fecham em alta, com bancos e techs em destaque, apesar de Fed e impasse por dívida

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As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira, 15, após o avanço de ações de bancos e de tecnologia e se contrapor ao cenário de persistentes incertezas, entre elas o impasse sobre o teto da dívida e os próximos passos do aperto monetário do Federal Reserve (Fed).

O índice Dow Jones encerrou o pregão com ganho de 0,14%, a 33.348,60 pontos; o S&P 500 subiu 0,30%, a 4.136,28; e o Nasdaq avançou 0,66%, a 12.365,21 pontos.

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Os mercados tiveram dificuldades para firmar ganhos sólidos na abertura, após a divulgação do índice industrial Empire State, que mede as condições da manufatura no Estado de Nova York e caiu bem mais do que o esperado em maio, a -31,8.

Os índices, no entanto, receberam algum apoio do desempenho positivo dos setores financeiro e tecnológico. O papel do saltou 17,58% e o do Western Alliance se valorizou 11,98%. Na esteira, Bank of America (+2,07%), Wells Fargo (+3,41%) e Citigroup (+1,32%) também terminaram no azul.

Já Microsoft e Activision avançaram 0,16% e 1,24%, respectivamente, depois que autoridade antitruste da União Europeia (UE) aprovou a compra da distribuidora de videogames pela gigante americana de tecnologia. A decisão contraria a negativa do órgão semelhante do Reino Unido.

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Apesar disso, investidores se mantiveram relativamente alertas à confluência de riscos que ainda paira sobre os mercados. Em particular, o presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Kevin McCarthy, indicou que as negociações sobre o teto da dívida continuam travadas, na véspera de uma reunião agendada com o presidente americano, Joe Biden, na Casa Branca.

Os dirigentes do Fed, por sua vez, dão sinais de divergências sobre o caminho a seguir. o presidente da distrital do BC americano em Atlanta, Raphael Bostic, disse que apoiaria a manutenção dos juros no mês que vem. Já o líder da regional de Minneapolis, Neel Kashkari, reiterou que a instituição ainda tem um trabalho a fazer para conter a inflação.

Análise do Julius Baer mostrou que, nas últimas décadas, as empresas listadas no S&P 500 registraram aumento considerável na capacidade de gerar caixa. "Hoje, 20% das empresas americanas de grande capitalização listadas em bolsa conseguem atingir uma margem de fluxo de caixa livre de 20% ou mais", ressalta.

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