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Bolsas da Europa fecham mistas após inflação britânica e foco em tarifas com os EUA

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As bolsas da Europa encerraram o pregão desta quarta-feira, 21, sem direção única, após a divulgação de dados de inflação no Reino Unido acima do esperado e em meio à expectativa por avanços na política comercial entre Europa e Estados Unidos. Segundo rumores, a União Europeia deve apresentar a Washington uma proposta revisada com foco em tarifas zero.

Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,06%, aos 8.786,46 pontos. O DAX, de Frankfurt, avançou 0,36% e renovou máxima histórica, aos 24.122,40 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,40%, a 7.910,49 pontos. Em Milão, o FTSE MIB teve leve alta de 0,07%, aos 40.551,22 pontos. O PSI 20, de Lisboa, caiu 0,26%, aos 7.357,57 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, fechou em baixa de 0,11%, aos 14.307,60 pontos, interrompendo nove altas seguidas. Os dados ainda são preliminares.

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Entre os destaques corporativos, as ações do banco suíço Julius Baer caíram 4,9% em Zurique, após a instituição reportar queda no volume de ativos sob gestão nos quatro primeiros meses do ano. O Phoenix Group subiu 2,74%, após ser elevado pelo Deutsche Bank, que destacou a melhora na geração de caixa e uma mudança clara na estratégia. Já a varejista JD Sports despencou 10,6% depois de divulgar um desempenho trimestral abaixo do esperado.

No campo macroeconômico, a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) no Reino Unido acelerou para 3,5% em abril, acima das projeções. O dado reduz as chances de novos cortes de juros pelo Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês).

Na frente geopolítica, a União Europeia prepara uma proposta comercial revisada aos EUA com foco em eliminar tarifas sobre bens industriais e agrícolas não sensíveis, segundo a Bloomberg.

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Caso não haja progresso, Bruxelas estuda contramedidas que podem atingir até 95 bilhões de euros em exportações americanas. Ainda nesta quarta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) alertou que a incerteza política crescente está elevando os riscos ao sistema financeiro da zona do euro.

Investidores seguem cautelosos diante da falta de avanços nas tratativas tarifárias e das discussões sobre um amplo pacote tributário no Congresso americano, que pode comprometer a saúde fiscal da maior economia do mundo.

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