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Bolsas da Europa fecham em baixa, pressionadas por temores com setor bancário e de olho no BCE

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As bolsas da Europa fecharam em baixa nesta terça-feira, 2, em mais um dia marcado pelos renovados temores com o setor bancário, que foram impulsionados por uma série de bancos de menor escala nos Estados Unidos. Algumas das principais quedas nas ações vieram de instituições financeiras. Além disso, a sessão contou com a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro em abril, o que levantou interpretações sobre o impacto da persistente inflação na decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE, na sigla em inglês) desta semana.

As ações dos bancos regionais Western Alliance e PacWest despencavam mais de 20% em Nova York e tiveram negociações temporariamente suspensas por conta da intensa volatilidade.

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Após o desfecho do estresse com o First Republic, vendido ao JPMorgan, investidores especulam que as instituições financeiras podem ser as próximas de uma sequência de quebras que se iniciou em março com Silicon Valley Bank (SVB).

O setor financeiro europeu sentiu os efeitos da incerteza. Deutsche Bank recuou 3,12%, ajudando o DAX a fechar em baixa de 1,23%, aos 15.726,94 pontos, em Frankfurt. BNP Paribas (-2,46%) e Société Générale (-1,88%) caíram, e pressionaram o CAC 40 a uma queda de 1,45%, aos 7383,20 pontos, em Paris. Em Londres, o FTSE 100 caiu 1,24%, aos 7.773,03 pontos, na mínima do dia. Ali, o HSBC contrariou a tendência, subindo 4,99%, depois de divulgar balanço apresentando lucros acima do esperado. Em Milão, o Mediobanca caiu 3,41%, enquanto o FTSE MIB recuou 1,65%, aos 26.630,09 pontos.

Além disso, a Oxford Economics aponta que a inflação da zona euro subiu inesperadamente 0,1 ponto porcentual, para 7% em abril. A inflação de serviços atingiu um novo recorde histórico, confirmando que o núcleo se mostrará rígido, avalia.

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"Mantemos nossa expectativa de que o BCE aumentará as taxas de juros em 25 pontos base nesta quinta-feira", reforça a consultoria. "Acreditamos que os formuladores de políticas receberão bem a queda no núcleo da inflação, enquanto os dados dos empréstimos bancários e do PIB dão confiança de que o aperto contínuo da política monetária está sendo transmitido à economia real. Isso deve significar um ritmo mais gradual de aumentos de taxas daqui para frente, depois de subir 50 pontos-base em março", projeta a Oxford Economics.

Na Península Ibérica, em Madri, o IBEX 35 caiu 1,83%, aos 9.072,30 pontos. Já o PSI 20 recuou 1,41%, aos 6.124,70 pontos, em Lisboa. Neste cenário, o Stoxx 600 caiu 1,29%, aos 460,87 pontos.

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