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Bolsas da Europa fecham em alta, diante de sinais de desaceleração da inflação no mundo

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As bolsas da Europa registraram ganhos moderados nesta quinta-feira, 13, após a desaceleração da inflação no atacado dos Estados Unidos, ainda que persistam apostas de que Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) continuará em processo de aperto monetário na próxima reunião, em maio.

Entre os destaques do pregão, a ação da gigante de artigos de luxo LVMH saltou mais de 5% e atingiu máxima histórica em Paris, depois que a empresa reportou vendas que superaram projeções do mercado no primeiro trimestre. O movimento apoiou o índice acionário CAC 40 a um alta de 1,13%, a 7.480,83 pontos, de novo na máxima histórica.

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Os negócios europeus também ecoaram o clima positivo em Wall Street, após o índice de preços ao produtor (PPI) norte-americano perder força no mês passado. Na Alemanha, o índice de preços ao consumidor (CPI) também desacelerou na base anual.

"Agora temos sinais claros de que a inflação está desacelerando conforme o esperado, então isso é positivo", afirmou o chefe global de ativos múltiplos da Candriam, Nadège Dufosse.

Ainda assim, investidores ponderam os riscos de enfraquecimento da atividade, como resultado da campanha de aperto monetário dos principais bancos centrais do mundo. Dirigente do Banco Central Europeu (BCE), Pierre Wunsch ressaltou que a instituição ainda precisa "fazer mais" para controlar os preços.

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Dessa forma, em Milão, o FTSE MIB perdeu 0,01%, a 27.626,61 pontos. Em Londres, o FTSE avançou 0,24%, a 7.843,38 pontos. Os resultados sólidos da Tesco, maior rede de supermercados do Reino Unido, ajudaram a manter o apetite por risco aquecido no mercado britânico, apesar da queda na produção industrial britânica em fevereiro.

O indicador contrastou com o avanço acima do esperado da produção industrial da zona do euro. Com isso, o índice DAX, de Frankfurt, avançou 0,16%, a 15.729,46 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,25%, a 6.164,28 pontos, enquanto o IBEX 35, de Madri, se elevou 0,30%, a 9.306,10 pontos. Todas as cotações citadas são preliminares.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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