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Bolsas da Europa fecham em alta com payroll acima do previsto e sinal da China para acordo

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As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira, 2, impulsionadas por dados melhores que o esperado sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos em abril. O sentimento também foi favorecido pela sinalização de que a China está disposta a retomar negociações comerciais com os EUA.

Em Londres, o FTSE 100 avançou 1,17%, aos 8.596,35 pontos, encerrando a semana com alta de 2,30%. Em Milão, o FTSE MIB subiu 1,92%, a 38.327,94 pontos, acumulando avanço de 5%. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,38%, aos 6.965,57 pontos, mas ainda assim fechou a semana com alta de 1,88%.O DAX, em Frankfurt, teve valorização de 2,49%, aos 23.057,34 pontos, com salto semanal de 5%. Já o CAC 40, de Paris, subiu 2,33%, para 7.770,48 pontos, somando alta de 3,8% na semana. Em Madri, o Ibex 35 avançou 1,20%, aos 13.447,51 pontos, com ganho semanal mais modesto, de 0,60%. Os dados são preliminares.

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A maioria das praças europeias ficou fechada nesta quinta, dia 1º, devido ao feriado do Dia do Trabalho, com exceção de Londres, que teve pregão de baixa liquidez e leve oscilação.

No radar corporativo, o destaque ficou com a britânica Shell, que subiu 2% após divulgar resultados trimestrais acima do esperado. O banco NatWest também agradou, mas terminou com alta modesta de 1,30%, depois de ter subido mais de 2% durante o dia.

No front macroeconômico, a China manifestou interesse em retomar o diálogo tarifário com os EUA, mas exigiu que Washington corrija "práticas equivocadas" e elimine tarifas unilaterais. Paralelamente, a União Europeia estuda ampliar em 50 bilhões de euros as importações de produtos americanos, numa tentativa de reduzir tensões comerciais.

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Já na zona do euro, a inflação ao consumidor (CPI) se manteve em 2,2% em abril, contrariando a expectativa de desaceleração para 2,1%, o que a manteria mais próxima da meta de 2% do Banco Central Europeu. Os índices de atividade industrial (PMIs) da região e da Alemanha foram revisados para cima, mas seguem abaixo da marca de 50, que indica contração do setor manufatureiro.

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