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Bolsas da Europa fecham em alta com emprego forte nos EUA; DAX sobe 1,28% na semana

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As bolsas europeias encerraram o pregão em alta nesta sexta-feira, 6, embaladas por um relatório de emprego mais forte nos Estados Unidos, que aliviou as preocupações sobre a saúde do mercado de trabalho do país. Investidores também digeriram indicadores divergentes da zona do euro.

Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,30%, aos 8.837,91 pontos, e acumulou alta semanal de 0,75%. Em Frankfurt, o DAX recuou 0,08%, aos 24.304,46 pontos,com avanço semanal de 1,28%. Já em Paris, o CAC 40 avançou 0,19%, aos 7.804,87 pontos, encerrando a semana com alta de 0,68%. O FTSE MIB, de Milão, teve ganho de 0,55%, aos 40.601,94 pontos, acumulando valorização semanal de 1,28%. Em Madri, o Ibex 35 avançou 0,31%, aos 14.247,60 pontos, fechou a semana com ganho de 0,7%. Já o PSI 20, de Lisboa, subiu 0,44%, aos 7.454,01 pontos, com ganho semanal de 0,89%. Os dados são preliminares.

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No início do pregão, as ações do setor automotivo caíram até 1%, puxadas pela forte queda da Tesla, que perdeu cerca de US$ 150 bilhões na quinta-feira em valor de mercado após o conflito público entre o empresário Elon Musk e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Após o relatório de emprego norte-americano payroll, o setor mostrou recuperação: a BMW fechou em alta de 0,39% e Stellantis virou para alta de 1,03%, após recuar mais cedo.

As ações do UBS subiram 3,80% após o governo suíço exigir um aumento de capital de até US$ 26 bilhões para fortalecer a estabilidade financeira.

Segundo Johann Scholtz, da Morningstar, essa é "a pior hipótese possível", mas o banco pode buscar concessões e mitigar o impacto transferindo capital excedente das subsidiárias.

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No front macroeconômico, o PIB da zona do euro surpreendeu positivamente, enquanto os dados de vendas no varejo do bloco e a produção industrial da Alemanha frustraram as expectativas em abril. Já nos Estados Unidos, a economia criou 139 mil empregos em maio, superando a projeção de 125 mil, o que trouxe alívio aos mercados.

A conversa na quinta-feira entre o presidente da China, Xi Jiping, e Trump também ajudou a alavancar as negociações, com menores preocupações sobre a escalada do conflito tarifário.

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