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Bolsas da Europa fecham com tombo forte diante da guerra comercial; Lisboa recua mais de 5%

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As bolsas da Europa encerraram em forte queda nesta segunda-feira, 7, refletindo o aumento da aversão ao risco em meio à escalada da guerra comercial. Apesar da reação negativa dos mercados globais, o presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a defender sua política tarifária. No domingo, afirmou que, embora não deseje ver os mercados em queda, "às vezes é preciso tomar um remédio para consertar as coisas".

Em Londres, o FTSE 100 recuou 4,38%, aos 7.702,08 pontos. Em Paris, o CAC 40 caiu 4,78%, para 6.927,12 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, despencou 5,12%, aos 11.785,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 5,63%, a 6.262,28 pontos. Já o FTSE MIB, de Milão, teve perda de 5,18%, aos 32.853,98 pontos. As cotações são preliminares.

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O DAX, principal índice da bolsa de Frankfurt, cedeu 4,26%, para 19.761,89 pontos. Pela manhã, o índice chegou a cair 10%, recuperou parte das perdas e chegou a operar brevemente no campo positivo antes de voltar a recuar. Analistas destacam que a Alemanha está entre os países mais expostos às tarifas de Trump, devido à sua elevada integração comercial com os EUA e sua relação com setores automotivos.

Setores como o de defesa e o bancário foram duramente atingidos. As ações da Rheinmetall, fabricante alemã de tanques, despencaram 2,5%. No Reino Unido, a Rolls-Royce caiu 2,79%. Bancos como Barclays, Deutsche Bank, Intesa Sanpaolo e BNP Paribas recuaram 3,84%, 5,56% e 3,74%, respectivamente.

Líderes da União Europeia expressaram preocupação com os impactos da política comercial de Trump. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que o bloco está aberto a negociações, mas preparado para defender seus interesses.

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O ministro polonês Michal Baranowski alertou para o risco de uma nova Grande Depressão. Já o dirigente do Banco Central Europeu (BCE), Yannis Stournaras, classificou as medidas protecionistas como "piores do que o esperado". O chanceler alemão, Olaf Scholz, discute com líderes partidários e autoridades europeias formas de reagir às tarifas americanas.

No cenário geopolítico, os mercados seguem atentos à guerra entre Rússia e Ucrânia.

Em meio ao foco nos desdobramentos geopolíticos e comerciais, os dados econômicos europeus ficaram em segundo plano, como o de vendas no varejo na zona do euro e a produção na Alemanha.

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