Economia

Bolsas da Ásia fecham mistas, com dado chinês, tensões sino-americanas e covid

Da Redação ·

As bolsas da Ásia encerraram o pregão desta segunda-feira, 7, sem direção única. Se, por um lado, o salto de 21,1% nas exportações da China ofereceram espaço para otimismo, por outro, as tensões sino-americanas e a segunda onda de covid-19 em todo o mundo foram uma pedra no sapato para a tomada de risco no oriente.

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O índice Kospi, da Bolsa de Seul, fechou em alta de 0,51%, aos 2.745,44 pontos, enquanto o Nikkei, de Tóquio, caiu 0,76%, para 26.547,44 pontos, acompanhado pelo Hang Seng, de Hong Kong, que baixou 1,23%, para 26.506,85 pontos.

Na China continental, o índice de Xangai recuou 0,81%, para 3.416,00 pontos, enquanto o índice de Shenzhen cedeu 0,30%, para 2.294,91 pontos.

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Deu algum ânimo ao investidor do mercado asiático o salto de 21,1% das exportações da China em novembro, na comparação anual. O resultado superou de longe a alta de 12% prevista por analistas consultados pelo The Wall Street Journal.

Já as importações da China subiram 4,5% no mesmo intervalo. Neste caso, a projeção de economistas era de incremento maior, de 5,3%. Assim, em novembro, a China teve superávit comercial de US$ 75,42 bilhões no período, ante projeção de US$ 53,9 bilhões.

Mas a notícia de que os EUA planejam impor sanções a mais integrantes do Partido Comunista da China e o avanço da covid-19 em todo o planeta induziram cautela ao investidor estrangeiro neste início de semana. Traders relatam, ainda, uma nova pausa do rali visto no mercado acionário em grande parte das últimas semanas.

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Já na Oceania, o índice S&P/ASX, da Bolsa de Sidney, encerrou o dia em alta de 0,62%, aos 6.675,00 pontos.

*Com informações da Dow Jones Newswires