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Bitcoin avança e volta a mirar marca de US$ 100 mil, de olho em techs e Trump

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O bitcoin avança quase 3% nesta quinta-feira e volta a buscar a marca de US$ 100 mil, impulsionado pela divulgação de balanços positivos de gigantes da tecnologia e por expectativas de acordos comerciais pela administração do presidente americano, Donald Trump.

Por volta das 16h20 (horário de Brasília), o bitcoin tinha alta de 2,88%, cotado a US$ 96.817,81 nas últimas 24 horas, enquanto o Ethereum avançava 4,49%, negociado a US$ 1.856,37, de acordo com dados da Binance.

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Após o fim do pregão de ontem, a Microsoft e a Meta, duas das "Sete Magníficas", divulgaram lucro e receita acima do esperado em balanços. Em análise, Tickmill Group menciona que os resultados sugerem uma demanda robusta do consumidor, apesar das preocupações com tarifas, o que coopera para a alta de criptomoedas. No fim da tarde de hoje, Apple e Amazon, divulgarão resultados trimestrais.

Na manhã de hoje, Trump sinalizou que o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, está em negociações comerciais com cerca de 200 países e que o secretário de Comércio, Howard Lutnick, "não para de negociar". A presidente do México, Claudia Sheinbaum, também disse que ela e o republicano tiveram uma conversa "muito boa" por telefone e que os dois acordaram que continuarão trabalhando nos próximos dias. O arrefecimento nas tensões comerciais e tarifárias ajuda no avanço do bitcoin.

De acordo com a FxPro, as criptomoedas estão em "modo de consolidação" e a economia global precisa de um catalisador positivo para que os preços das moedas digitais superem a barreira de US$ 100 mil, alcançada a última vez em fevereiro deste ano. "Consolidações tão longas geralmente acumulam força para novos movimentos", acrescenta.

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Segundo informações da Bloomberg, o Morgan Stanley está trabalhando em um plano para adicionar a negociação de criptomoedas em sua plataforma E-Trade, o que é a maior iniciativa de um banco dos EUA para ajudar clientes a comprarem ativos desde que o governo Trump começou a remover barreiras regulatórias.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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