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Bill Ackman diz que tempo é amigo dos EUA em guerra comercial, mas inimigo da China

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O megainvestidor de Wall Street Bill Ackman, da gestora Pershing Square, fez uma análise do potencial desempenho dos EUA e da China em uma guerra comercial no longo prazo. "O tempo é amigo dos EUA e inimigo da China nessa negociação. Uma pausa e conversas devem, então, começar em breve", disse em publicação no X.

Ackman apontou que quanto mais tempo persistirem as tarifas, mais rapidamente empresas com cadeias de oferta na China vão buscar recolocação na Índia, no Vietnã, no México, nos EUA ou em outros países. "A China precisa entender essa dinâmica, que é o motivo pelo qual será amplamente incentivada a fazer um acordo comercial o mais rápido possível", afirmou.

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A confiança de empresas dos EUA e de outros países em depender de recursos chineses para fornecimento ou produção no longo prazo também deve diminuir, assim como as transações financeiras. Os impactos afetariam de pequenas a grandes empresas, na visão do investidor, com "consequências econômicas severas e permanentes" para a potência asiática.

"Tanto a China como os EUA serão incentivados a reduzir tarifas para níveis razoáveis - digamos entre 10% a 20% - o mais rápido possível. A única coisa impedindo a redução de tarifas para um nível mais sensível é o medo das lideranças de ambos os países de parecerem fracas", afirmou Ackman. "Uma pausa, contudo, não seria sinal de fraqueza. É senso comum."

Para ele, contudo, "o estrago está feito" para a China. Mesmo com a pausa e um acordo rápido, Ackman acredita que dificilmente o alto escalão corporativo terá conforto em retomar dependência na cadeia de suprimento chinesa. A única esperança, na visão do megainvestidor, seria "fechar um acordo que ofereça compromissos permanentes para lidar com roubo de propriedade intelectual, transferência forçada de tecnologia, restrições de acesso ao mercado, tarifas e outras barreiras para fazer negócios na China".

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