Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Bessent apoia medidas do Japão contra fraqueza do iene e critica desequilíbrios da China

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, manifestou apoio às medidas adotadas pelo Japão para enfrentar a forte desvalorização do iene e ressaltou a importância de uma política monetária bem formulada e comunicada para ancorar as expectativas de inflação e evitar volatilidade cambial excessiva.

Segundo comunicado divulgado pelo Tesouro americano sobre reunião entre Bessent e o presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, à margem do encontro de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G20, em Asheville, na Carolina do Norte, o secretário também destacou a necessidade de coordenação próxima entre EUA e Japão em prioridades macroeconômicas comuns.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Bessent afirmou ainda que a fraqueza do iene contribui para pressões inflacionárias domésticas no Japão e expressou "forte apoio" às medidas monetárias e de mercado adotadas por Tóquio para enfrentar o que classificou como "substancial subvalorização" da moeda japonesa.

Em declarações a repórteres durante o G20, Bessent também criticou desequilíbrios provocados por economias que não operam segundo princípios de mercado. Segundo a Reuters, ele afirmou que esses países estão "sugando crescimento do resto do mundo" e disse que, embora os participantes do encontro defendam maior expansão econômica, ainda é incerto se adotarão as medidas necessárias para alcançá-la.

Já segundo a Axios, Bessent voltou a criticar o excesso de exportações chinesas, afirmando que a barreira tarifária dos EUA desviou produtos da China para outros mercados. Segundo ele, este é um problema do G7, excluindo os EUA, e cabe agora aos países que recebem esses bens tomar medidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV