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BC só intervém no câmbio quando há disfuncionalidade, diz diretor, reforçando sistema flutuante

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O diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, disse nesta quarta-feira, 23, que a autarquia só intervém no mercado de câmbio quando detecta alguma disfuncionalidade, reforçando que o regime brasileiro de câmbio é flutuante.

"Quando o mercado está disfuncional, é quando o Banco Central intervém. Nós não temos nenhum tipo de alvo, o câmbio é flutuante", ele disse, em um evento do JPMorgan em paralelo às reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington, nos Estados Unidos.

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Nilton David afirmou que a autoridade monetária interferiu no mercado de câmbio em dezembro - quando o BC vendeu mais de 4,5% do total de reservas internacionais em leilões à vista - justamente por ter identificado uma disfuncionalidade que precisava ser corrigida.

Naquele mês, a cadeira de Política Monetária era ocupada pelo atual presidente do BC, Gabriel Galípolo. David tomou posse no cargo apenas em janeiro.

Segundo o diretor, parte da desvalorização do real no fim de 2024 refletiu posições de investidores internacionais, que retiraram cerca de US$ 20 bilhões do País. Isso também aconteceu em outras economias emergentes, destacou.

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"Nesse caso específico, se provou uma intervenção bem decente, e acho que funcionou porque nós não temos a hubris de que podemos controlar ou influenciar o nível do câmbio", afirmou.

O diretor ainda destacou que há uma discussão sobre o nível adequado das reservas internacionais, com algumas pessoas acreditando que deveriam ser maiores, e outras, menores do que as que o País tem. Ele destacou não ter inquietações sobre o nível das reservas.

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