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Aumento do IOF ofusca congelamento e dólar sobe

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A combinação de R$ 31,3 bilhões em bloqueios e contingenciamento nos gastos anunciada pelo governo superou as previsões do mercado e chegou a fortalecer o real, mas as dúvidas a respeito de mudanças no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) trouxeram nervosismo ao mercado e levaram o dólar a fechar em alta na comparação com a moeda brasileira. A divisa americana acelerou os ganhos no mercado futuro após as 17h20, quando o decreto do IOF foi divulgado.

O governo federal anunciou o bloqueio de R$ 10,6 bilhões nas despesas discricionárias para cumprir o limite de gastos do arcabouço fiscal. Além disso, foram contingenciados R$ 20,7 bilhões do orçamento. No total, as contenções foram três vezes maiores do que a mediana das projeções de analistas ouvidos pelo Broadcast, de R$ 10 bilhões.

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"Esse contingenciamento é positivo para tentar dar 'vida' à tentativa de cumprimento da meta fiscal", disse o economista-chefe da Equador Investimentos, Eduardo Velho. "Não é o montante necessário para interromper a trajetória de elevação da dívida pública, mas o comprometimento de cortes superou as expectativas do mercado", acrescentou.

Na sequência do anúncio do governo, o dólar recuou e chegou a tocar mínima de R$ 5,5961 no mercado à vista. No entanto, reverteu o movimento posteriormente, diante da informação de que o governo anunciaria mudanças no IOF após o fechamento do mercado.

O dólar à vista subiu 0,33%, a R$ 5,6610, oscilando entre R$ 5,5961 (-0,82%), na mínima, e R$ 5,6814 (+0,69%), na máxima. Às 17h33, o dólar para junho subia aos R$ 5,6950 (+0,66%).

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A alta do dólar hoje também ocorreu a despeito de uma redução nos juros dos Treasuries, que mais cedo chegou a dar força à moeda brasileira.

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