Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Audiência de conciliação sobre IOF no STF acaba sem acordo; Moraes é que decidirá

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) terminou sem um acordo e caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, dar uma decisão com base nos argumentos apresentados por todos as partes do processo.

Os participantes disseram a Moraes na reunião que "preferiam aguardar a decisão judicial" sobre o tema. O advogado-geral da União, Jorge Messias, e o advogado que representa o PSOL - autor de uma das ações sobre o tema - indicaram a Moraes que a "decisão judicial seria o melhor caminho para dirimir o conflito".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As indicações constam da ata da audiência de conciliação, juntada aos autos dos processos que tratam do IOF no STF. O documento indica ainda que, após as colocações dos presentes, Moraes determinou que os autos fossem conclusos para decisão - ou seja, que o processo fosse encaminhado para que ele decida sobre o tema.

Segundo a ata, Moraes deu início à audiência fazendo um "breve relato" da situação processual e dos "pontos controvertidos". Em seguida, se manifestaram a advogada-geral do Senado, a advocacia da Câmara dos Deputados e o AGU.

De acordo com o documento, todas as partes reiteraram as manifestações escritas que já haviam juntado aos autos - ou seja, defendendo, dos respectivos lados, os decretos do Executivo sobre o IOF e o decreto legislativo que derrubou as medidas do Planalto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda de acordo com a ata, após tais indicações, Moraes perguntou às partes se seriam possíveis "concessões recíprocas que pudessem resultar na conciliação". Daí vieram as respostas no sentido de que os presentes preferiam aguardar a decisão do ministro - ou seja, não houve acordo.

A ata indica ainda que a advogada-geral do Senado, Gabrielle Pereira, chegou a pedir um maior prazo para a continuidade das negociações, com a manutenção da decisão provisória já proferida por Moraes - suspendendo todos os decretos sobre o tema.

Veja a lista de participantes da reunião:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Advocacia-Geral da União

- Jorge Messias, advogado-geral da União

- Paulo Mendes, advogado da União adjunto

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Marga Bezerra David, secretária-geral de Contencioso substituta

Procuradoria-Geral da República

- Ubiratan Cazetta

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Nathalia Geraldo Di Santo

Ministério da Fazenda

- Fábio Terra, assessor especial da secretaria-executiva

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Raquel Godoy, secretária-adjunta

- Flávia Renó, chefe de gabinete da secretaria-executiva

Câmara dos Deputados

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Jules Michelet Pereira Queiroz e Silva, advogado-geral da Câmara dos Deputados

Senado Federal

- Gabrielle Tatith Pereira, advogada-geral do Senado

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Partido Liberal (PL)

- Marcelo Luiz Ávila de Bessa, advogado do partido

Partido Socialismo e Liberdade (Psol)

- Raphael Sodré Cittadino, advogado do partido

- Bruna de Freitas Amaral, advogada do partido

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline