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Ativos brasileiros pioram por tarifas de 104% dos EUA à China; dólar supera R$ 6,00

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Os ativos brasileiros deterioram, em meio à confirmação da Casa Branca de que as tarifas de 104% sobre a China entraram em vigor. O dólar à vista tocou a marca de R$ 6,00 pela primeira vez desde janeiro, quando a máxima intradia foi de R$ 6,0028, depois da posse do presidente dos EUA, Donald Trump. Já o dólar à vista foi além, indo a R$ 6,024, na máxima. O Ibovespa, por sua vez, renovou mínima aos 124.210,50 pontos, com recuo de 1,10%, diante da perda de ímpeto da alta das bolsas americanas, que chegaram a superar 3,00%. No caso dos juros futuros, as taxas aceleravam as altas, em sintonia com os Treasuries.

"Medo dessa guerra, ninguém vai se dar bem com toda essa confusão, vamos ter inflação tendo impacto no mundo", diz Felipe Sant Anna, especialista em mercado financeiro, chamando atenção para o recuo de quase 5% em Vale. "A principal ação do Ibovespa custando R$ 49,46, destruíram o valor de mercado da empresa", acrescenta. Às 14h18, o Ibovespa cedia 0,85%, aos 124.515,52 pontos. O dólar à vista subia 1,34%, a R$ 5,9918.

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