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Atividade nos portos da China desacelera com intensificação de escaladas tarifárias

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A atividade nos portos chineses caiu drasticamente no início de abril, com dados indicando que as exportações para os EUA foram severamente impactadas pelas tarifas impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump. A carga manipulada pelos portos de toda a China entre os dias 7 e 13 de abril teve uma queda de 9,7% em relação à semana anterior, totalizando 244 milhões de toneladas. Essa diminuição é bem mais acentuada do que a perda de 0,88% registrada na semana anterior, quando Trump anunciou pela primeira vez seu plano de tarifas recíprocas.

O volume de contêineres também caiu 6,1%, revertendo o aumento de 1,9% observado na semana anterior, conforme dados do Ministério dos Transportes divulgados nesta terça-feira. Esses números marcam uma reversão em relação ao crescimento constante nos volumes semanais dos portos desde o fim das férias do Ano Novo Lunar, que começaram no final de janeiro.

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As tarifas dos EUA sobre produtos chineses, atualmente em 145%, devem direcionar o comércio dos EUA para outros mercados - uma tendência refletida nos custos de transporte.

Para a semana encerrada em 11 de abril, o Índice de Frete de Contêineres de Ningbo registrou uma queda de 18,0% nos custos de frete para a costa oeste dos EUA e uma redução de 10,8% no custo de envio para a costa leste, de acordo com o provedor de dados Wind.

Em contraste, o custo do frete para a Europa subiu 1,8% no mesmo período, com as tarifas para o Mediterrâneo ocidental e oriental aumentando 15,3% e 13,0%, respectivamente. Já os custos de frete para as rotas do leste da América do Sul dispararam 52,5%. Os dados refletem a variação semanal. Fonte: Dow Jones Newswires.

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