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Após decisão do Copom sobre juros, Lula volta a criticar presidente do BC

Um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) manter a taxa básica de juros em 13,75%, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a criticar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Nesta quinta-feira, 4, Lula ironizou um

Caio Spechoto, Sofia Aguiar, Thaís Barcellos e Bruno Luiz (via Agência Estado)

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Escrito por Caio Spechoto, Sofia Aguiar, Thaís Barcellos e Bruno Luiz (via Agência Estado)
Publicado em 04.05.2023, 14:37:00 Editado em 04.05.2023, 14:44:36
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Um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) manter a taxa básica de juros em 13,75%, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a criticar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Nesta quinta-feira, 4, Lula ironizou um certo monopólio de Campos Neto nas discussões sobre o tema no Brasil.

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"A Fiesp Federação das Indústrias do Estado de São Paulo tem que tomar cuidado para falar de juro. É engraçado, ninguém pode falar de juros, como se um homem sozinho pudesse saber mais que a cabeça de 200 milhões de brasileiros", afirmou o presidente da República, em referência ao presidente do BC, durante cerimônia de reinstalação do Conselhão, em meio a uma plateia formada por nomes do setor financeiro e produtivo do País.

Em resposta a Campos Neto, Lula disse que o Conselho pode "até discutir juros se quiser".

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O evento de retomada do grupo consultivo aconteceu no período da manhã desta quinta-feira, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

Montadoras

O chefe do Executivo também citou a situação das montadoras de automóveis, que têm dado férias coletivas por causa do alto estoque e baixa produção, e disse que a população mais pobre não tem condições de comprar um "carro popular de R$ 90 mil".

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"Vamos fazer carros a preços mais acessíveis, aumentar as prestações", afirmou Lula.

Recuperação de terras degradadas

O presidente ainda defendeu a recuperação das terras degradadas do Brasil, para ajudar na redução das desigualdades socioeconômicas. "Temos que discutir como vamos recuperar as terras degradadas do País, para que possamos preservar o que temos que preservar e produzir o que temos que produzir. Não é preciso de queimada e nem de destruir. Estou falando da desigualdade. Muralha de injustiças que faz com que o Brasil não reconheça o Brasil…Seria importante que pudéssemos pegar todos vocês e levar no avião para conhecer o Brasil. Não só o Brasil do Plano Piloto, da Faria Lima, da Av. Atlântica, mas o Brasil em que todos nós vivemos."

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