Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Anfavea revê previsão de crescimento da produção em 2026 de 3,7% para 5,8%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Anfavea, entidade que representa as montadoras, revisou para cima as previsões ao desempenho do setor neste ano, após os resultados surpreendentes do primeiro semestre. A expectativa para o crescimento da produção passou de 3,7%, prognóstico anunciado em janeiro, para 5,8%.

A indústria espera agora um crescimento de 12,1% nas compras de veículos no Brasil, bem acima dos 2,7% previstos inicialmente. Se as previsões se confirmarem, as vendas vão superar 3 milhões de veículos em 2026, como não acontece, conforme a entidade, desde 2014.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O resultado só não deve ser melhor pela queda de 12,8% prevista pela Anfavea para as exportações. A entidade tinha começado o ano prevendo leve crescimento: alta de 1,3% nas exportações.

Os prognósticos levam em conta os juros elevados, com a Selic terminando o ano em 14%, e não em 12% como esperava antes a Anfavea. Os juros altos, contudo, são

contrabalanceados, conforme a Anfavea, por estímulos à demanda agregada, que incluem as linhas de crédito e incentivos do governo para troca de caminhões e carros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao anunciar as novas previsões, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, chamou a atenção para o descolamento incomum entre os ritmos de produção e do mercado. Com a maior entrada de carros importados, a produção não acompanha o crescimento das compras de automóveis no Brasil, ao mesmo tempo em que a indústria brasileira perde vendas na Argentina.

"No final das contas, quando fechamos a equação, a nossa produção cresce, mas muito menos, proporcionalmente, do que o mercado", comentou Calvet em coletiva de imprensa. "Não vou falar que é a primeira vez, mas há um descolamento importante neste ano entre emplacamentos e produção", acrescentou o executivo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV