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Alta no IPCA de fevereiro foi concentrada em energia elétrica e educação, avalia IBGE

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A elevada inflação registrada no País em fevereiro foi concentrada especialmente no aumento extraordinário da energia elétrica residencial e no reajuste sazonal de mensalidades escolares, afirmou Fernando Gonçalves, gerente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPCA teve uma alta de 1,31% em fevereiro, o resultado mais elevado desde março de 2022, quando havia subido 1,62%.

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Considerando apenas meses de fevereiro, o IPCA foi o mais agudo desde 2003, quando houve inflação de 1,57%.

Segundo Gonçalves, se retirada a contribuição do grupo Educação da conta do IPCA, a inflação de fevereiro teria sido de 1,10%. Se retirada a pressão da energia elétrica, o IPCA teria sido de 0,78%.

"Educação e habitação responderam por mais da metade do IPCA de fevereiro", disse observou Gonçalves.

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Os gastos das famílias brasileiras com Habitação tiveram uma elevação de 4,44% em fevereiro, uma contribuição de 0,65 ponto porcentual para a taxa do IPCA.

A energia elétrica subiu 16,80% em fevereiro, subitem de maior pressão no mês, 0,56 ponto porcentual. A alta recente decorre da recomposição das contas de luz após a incorporação em janeiro do Bônus de Itaipu.

O grupo Educação teve um avanço de 4,70% em fevereiro, impacto de 0,28 ponto porcentual para a taxa do IPCA. A maior contribuição veio do aumento de 5,69% nas mensalidades dos cursos regulares, por conta dos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo.

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As variações mais agudas ocorreram no ensino fundamental (7,51%), ensino médio (7,27%) e pré-escola (7,02%).

"Educação todo mês de fevereiro tem essa sazonalidade", lembrou Fernando Gonçalves, gerente do IPCA no IBGE.

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