Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Alckmin: governo quer déficit zero; por um lado, combater sonegação e, de outro, reduzir gastos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, reforçou nesta sexta-feira, 22, que o governo federal quer o déficit zero nas contas públicas este ano. "Então, de um lado, (tem de) combater sonegação. A arrecadação está indo bem. De outro lado, reduzir gastos para ter responsabilidade fiscal", destacou, após inauguração do Cápsula, Centro de Inovação Senac-RJ, no centro do Rio.

Mais cedo, os ministérios da Fazenda e do Planejamento anunciaram um bloqueio de R$ 2,9 bilhões em despesas discricionárias no Orçamento deste ano para cumprir o limite de gastos do novo arcabouço fiscal. O volume é equivalente a 1,42% das despesas discricionárias do Executivo para esse ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ao comentar o assunto, contudo, Alckmin mencionou a palavra "contingenciamento". OBroadcast(sistema de notícias em tempo real do Grup Estado) apurou que, nos bastidores, a equipe econômica tem ressaltado que houve um "bloqueio", não um "contingenciamento".

O bloqueio diz respeito ao crédito disponível - quando poderia haver estouro na rubrica de gastos. Já o contingenciamento se refere ao limite de empenho, quando faltam receitas para fechar as contas. Assim, o total a ser reservado pelo governo não estaria ligado a possíveis faltas de receitas.

"Sempre se começa ano contingenciando orçamento; arrecadação é previsão, não certeza", disse Alckmin. "Contingenciar recursos é medida de boa gestão", prosseguiu Alckmin.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O vice-presidente afirmou ainda que o equilíbrio fiscal se concretizará com um leque de medidas. "Não tem de tirar coelho da cartola. São reformas para a eficiência. Não tem bala de prata. É um conjunto de medidas que no seu conjunto fazem a diferença", afirmou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV