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Alckmin: em relação a Estados que não aderiram à proposta de subvenção, caminho é pelo diálogo

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Geraldo Alckmin (PSB), disse que a prioridade do governo federal com as medidas adotadas em meio ao conflito no Oriente Médio é garantir o abastecimento no Brasil e minimizar os impactos nos preços de combustíveis para a população brasileira.

Segundo Alckmin, 90% dos Estados já aderiram à proposta feita pelo Ministério da Fazenda de fazer uma subvenção ao diesel. A ideia é subsidiar R$ 1,20 por litro de diesel importado entre abril e maio. O custo, de R$ 3 bilhões, seria dividido igualmente entre União e Estados.

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"É evidente que a hora que sobe o diesel, você encarece transporte, logística, isso tem impacto na inflação, tem impacto no imposto do consumidor. Então, o governo não tem o poder de acabar com a guerra, mas faz o possível para minimizar os impactos", disse Alckmin.

"Dos 27 Estados, até agora só dois disseram que não. Os outros 25, 23 praticamente, 22 já concordaram e dois ou três estão avaliando para dar resposta hoje ou amanhã", completou, sem especificar os Estados. "Está indo bem. Eu acho que mais de 90% dos Estados já aderiram a esse entendimento".

Alckmin sustentou que o caminho tanto com os Estados quanto com as distribuidoras que não aderiram à proposta do governo federal é buscar o diálogo.

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Na sequência, o vice-presidente criticou o governo Jair Bolsonaro (PL) pelas medidas adotadas em 2022 no âmbito dos combustíveis. "Eu queria destacar a importância de você ter um governo que dialoga, que busca entendimento. Porque lá atrás, o outro governo, quando isso foi feito, foi feito unilateralmente, tirando o ICMS dos Estados".

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