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Alckmin diz que PL da Reciprocidade é positivo, mas defende caminho do diálogo com EUA

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, louvou a iniciativa do Senado de avançar com o chamado "PL da Reciprocidade", mas voltou a destacar que o caminho diante da política tarifária do governo norte-americano é o de buscar negociação e a complementariedade econômica. "Eu acho que você ter um arcabouço jurídico legal é positivo. Louvo a iniciativa do Congresso Nacional, nesse caso do Senado, que procura preservar o interesse do Brasil, mas vou dizer que o caminho é o diálogo e procurar ter uma complementariedade econômica. E nós poderemos até avançar em outras parcerias", disse, ao ser questionado sobre o projeto aprovado nesta terça-feira pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal (CAE).

A um dia de Donald Trump anunciar seu novo plano tarifário amplo que poderá afetar o Brasil, Alckmin afirmou que o governo brasileiro está aberto ao diálogo e repetiu que o País não é um problema para os Estados Unidos, que mantém uma balança superavitária nas trocas com os brasileiros.

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Além disso, o ministro também citou o ex-tarifário aplicado a produtos importados dos EUA e os 200 anos de relação com os americanos.

"Destacar que dos 10 produtos que eles mais exportam para o Brasil, oito tem ex-tarifário, é zero, não tem imposto de importação. E a tarifa média final de todos os produtos e serviços é 2,7%. Então o Brasil não é problema para os Estados Unidos. A medida de 25% sobre aço e alumínio não foi contra o Brasil, foi para o mundo inteiro", disse Alckmin, segundo quem a postura do governo brasileiro é a do diálogo e da busca pela ampliação do comércio exterior.

"Comércio exterior, comércio deve ser ganha-ganha. Comércio deve ser ganha-ganha e não olho por olho. Eu acho que esse é o caminho, o caminho do diálogo (...) O Brasil quer ampliar o seu comércio no ganha-ganha. Reciprocidade no sentido de competitividade", disse.

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