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África do Sul nega tratamento preferencial para Starlink, de Musk, e defende regras de inclusão

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O ministro das Comunicações da África do Sul negou nesta terça-feira, 27, que uma proposta para flexibilizar as exigências de participação acionária negra em empresas de tecnologia tenha sido feita com o objetivo de beneficiar a Starlink, empresa do bilionário branco Elon Musk, nascido no país.

Pelas leis sul-africanas, companhias estrangeiras precisam vender 30% de suas subsidiárias para acionistas negros ou de outros grupos raciais historicamente desfavorecidos pelo regime do apartheid, para obter uma licença de operação.

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Na sexta-feira, no entanto, o ministro Solly Malatsi sugeriu afrouxar essa exigência, o que provocou críticas de vários partidos políticos. A mudança permitiria que empresas como a Starlink cumprissem os requisitos de empoderamento por meio de investimentos em capacitação, geração de empregos e parcerias com fornecedores locais.

A diretriz foi apresentada poucos dias após o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, se reunir na Casa Branca com o presidente dos EUA, Donald Trump. Na ocasião, Trump fez alegações infundadas de que fazendeiros brancos estariam sendo sistematicamente assassinados na África do Sul, o que causou desconforto.

A deputada Khusela Diko, do governista Congresso Nacional Africano (ANC), questionou o momento da proposta e se o país não estaria se esforçando demais para acomodar a Starlink, empresa de internet via satélite de Musk.

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Já a Associação de Comunicações e Tecnologia (ACT), que representa o setor, avaliou que as mudanças propostas podem marcar "uma nova era" para a indústria, desde que aplicadas com consistência, justiça e transparência.

"Defendemos abordagens mais inteligentes e escaláveis, que gerem impacto real e restaurem a clareza política, a consistência e a confiança dos investidores", afirmou a ACT em nota. Fonte: Associated Press.

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