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À OMC, China afirma que avalia 'contramedidas' e que taxação 'viola regras'

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O embaixador da China nas Nações Unidas, Fu Cong, disse nesta segunda-feira, 3, que o país registrou uma queixa na Organização Mundial do Comércio (OMC) questionando a tarifa de 10% sobre produtos chineses imposta pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Fu disse ainda que o país asiático "avalia" medidas de retaliação.

"Somos firmemente contra esse aumento injustificado", disse ele. "Acreditamos que isso viola as regras da OMC. É por isso que a China está registrando uma queixa na OMC, e podemos ser forçados a tomar contramedidas. Não há vencedor em uma guerra comercial."

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Trump confirmou ontem que manteria o tarifaço à China, mas que conversaria com o presidente chinês, Xi Jinping, "nas próximas 24 horas". O republicano justificou a medida dizendo que Pequim atua pouco para combater o tráfico de produtos usados na fabricação do fentanil, um problema de saúde pública nos EUA. "O fentanil é um problema da América", disse o Ministério das Relações Exteriores da China no domingo.

Europa

A chefe de Relações Exteriores da União Europeia (UE), Kaja Kallas, disse ontem que não haveria um vencedor em uma eventual guerra comercial entre Europa e EUA. "Estamos nos preparando do nosso lado", afirmou Kallas, antes de participar de uma reunião de cúpula informal da UE sobre defesa, em Bruxelas.

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Kallas também destacou a interdependência entre EUA e UE, alertando que uma guerra comercial acabaria beneficiando a China. "Se os EUA iniciarem a guerra comercial, é a China que irá rir", disse. "Estamos muito interligados. Precisamos da América, e a América também precisa de nós."

Outros líderes europeus prometeram reagir contra um tarifaço prometido por Trump à UE. "Se formos atacados em questões comerciais, a Europa, como uma potência que se mantém firme, terá que se fazer respeitar e, portanto, reagir", disse o presidente francês Emmanuel Macron a repórteres em Bruxelas.

Outros disseram que era preciso negociar com Trump para evitar uma guerra comercial. "Não vou começar uma guerra. Quero começar negociações", disse o primeiro-ministro finlandês, Petteri Orpo.

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O presidente lituano, Gitanas Nauseda, disse que a Europa deveria se engajar em uma "agenda econômica positiva" com os Estados Unidos em vez de "brigar uns com os outros". Ele está comprando mais armas e gás natural liquefeito dos Estados Unidos. "Temos que propor algo que possa ser interessante e atraente para os Estados Unidos, como acordos de livre comércio na indústria automotiva, como comprar mais recursos energéticos", disse.

O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, disse que seria "um paradoxo cruel" em um momento de "ameaça russa direta e expansão chinesa" encontrar razões para conflito entre aliados. "Acho que temos que fazer de tudo para evitar essa guerra tarifária ou guerra comercial totalmente desnecessária e estúpida", disse. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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