Economia

5 criptomoedas para ficar de olho em 2022

Trazendo uma nova alternativa às moedas fiduciárias, por isso, também, são conhecidas como ‘moedas digitais’

Da Redação ·
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fonte: Divulgação

O mercado se reinventa o tempo inteiro em busca de novas soluções. Quando algo devastador acontece, não demora para que as operações voltem a apresentar um alto grau de crescimento, e podemos usar as criptomoedas como exemplo. Elas surgiram pós-crise de 2008 do mercado norte-americano, trazendo uma nova alternativa às moedas fiduciárias, por isso, também, são conhecidas como ‘moedas digitais’.

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Hoje, após 14 anos de sua aparição no mundo, as criptomoedas vêm sofrendo as consequências da política monetária mundial, onde o aumento nas taxas de juros e a retirada de estímulos monetários para combater a inflação, estão fazendo com que muitos investidores optem  por ativos mais seguros, como os títulos governamentais. Em contrapartida, há profissionais e especialistas na área que sabem como lidar com os imprevistos, e já apontam um futuro próximo muito promissor, como Hernandes Nogueira, que atua no mercado de ações desde 2018 e investe em criptomoedas há três anos.

Indicativos que apontam uma valorização para estas criptomoedas.

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Agora, Hernandes Nogueira alerta que a correlação do mercado de criptoativos com o mercado tradicional, vem justificando a queda trilionária de capitalização do mercado de criptomoedas. Contudo, revela que vários indicadores mostram que este seria um bom momento para a compra de criptomoedas. Porém, quais criptomoedas? O profissional aponta aquelas que você precisa ficar de olho em 2022:

Bitcoin (BTC)

Apesar de ainda ser considerado um ativo especulativo, o Bitcoin foi desenvolvido para ser um ativo escasso, com uma oferta limitada em 21 milhões de moedas, e com a alta inflação mundial no último ano, muitos investidores institucionais começaram a comprar Bitcoin para tentarem se proteger da inflação das moedas fiduciárias. Caso a inflação continue alta em 2022, o que é bastante provável devido a sérios problemas nas cadeias de suprimentos, o Bitcoin pode ganhar ainda mais novos apoiadores de sua tese de um ativo de hedge (proteção) contra a inflação.

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Ethereum (ETH) 

O Ethereum é a segunda maior criptomoeda do mercado, e se diferencia do Bitcoin devido as suas aplicabilidades, onde com o desenvolvimento dos contratos inteligentes, possibilitaram a criação de aplicativos descentralizados na sua rede, onde em 2021 movimentou mais de $11,6 trilhões de dólares, mais que a visa ($10,4 trilhões). Porém a Ethereum tem sofrido grandes problemas de escalabilidade, o que fez com que sua rede ficasse lenta e com as taxas caras, porém em 2022, a Ethereum conta com alguns mecanismos para aumentar a sua escalabilidade e baratear as taxas de transação. Uma delas é a utilização de Rollups, onde utliliza blockchains de segundas camadas para para aumentar sua escalabilidade. Outra atualização que está programada para o Segundo semestre, é o The Merge, onde o Ethereum deverá sair do modelo de validação Proof of Work (prova de trabalho) e ir para o Prooof of Stake (prova de participação) onde se tornará mais escalável, barato e sustentável. Estas atualizações podem trazer uma grande valorição para a criptomeda em 2022.

Terra (Luna)

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Essa moeda integra a categoria de moedas conhecidas como ‘Ethereum killers’. É um ativo semelhante ao projeto ethereum, porém, ganhou bastante espaço no mercado em 2021 com os problemas de escalabilidade da Ethereum. Atualmente a Terra, possui a segunda maior quantidade de dinheiro depositado dentro do seu ecossistema entre as criptomedas de contratos inteligentes, com mais de $14 bilhões de dólares. A terra também possui a UST, quarta maior Stablecoin (Criptomoeda estável pareada ao dólar) do mercado, que vem ganhando muito espaço no mercado devido aos riscos regulatórios das outras stablecoins que são centralizadas. Devido a este risco regulatório a UST deve ganhar ainda mais espaço no mercado, trazendo assim um maior crescimento do ecossistema da Luna, o que beneficiaria muito sua criptomoeda nativa a LUNA.

Fantom (FTM) 

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Essa criptomoeda também faz parte dos ‘ethereum killers’ e se trata de um protocolo que apresenta vantagens maiores em escabilidade e programação, se comparado com a rede ethereum. A Fantom é outra criptomoeda que vem ganhando bastante espaço no mercado, se tornando a quarta maior criptomoeda em quantidade de dinheiro depositada no seu ecossistema.

A fantom, também conta com o auxílio de um dos mais renomados desenvolvedores do mercado de criptomoedas, o André Cronje, que além de ajudar no desenvolvimento da Fantom, tem desenvolvido alguns projetos dentro do seu ecossistema, o que trouxe um grande fluxo de capital. A quantidade de dinheiro depositado em seu ecossistema subiu incríveis 105% no ultimo mês, enquanto todo o mercado caia, porém o preço do seu token, não está acompanhando todo este crescimento, apesar de ser a 4a maior em valor depositado no ecossistema, ela é apenas a 12ª em capitalização de mercado, o que indicaria uma subvalorização da criptomoeda e um grande Upside (potencialde crescimento).

Multichain (MULTI)

A Multichain, antiga Anyswap (ANY) é uma criptoativo que trabalha na interoperabilidade das blockchains, um grande gargalo atualmente, onde se há muita dificuldade de se transferir criptoativos de uma blockchain para outra. Trabalhando em cima deste gargalo a Multichain tem crescido muito no mercado de criptoativos, com um crescimento de 700% em valor depositado no seu protocolo. E para 2022 a Multichain contará com uma atualização, onde será possível transferir um criptoativo de uma blockchain e receber outro criptoativo em outra blockchain, o que ainda não é possível no mercado de criptomoedas. Isso poderá trazer ainda mais crescimento para o token MULTI em 2022.

Então, por que não dar o pontapé inicial nessa jornada? Acompanhe Hernandes Nogueira nas redes sociais e fique por dentro das informações mais atualizadas do mercado que ele oferece aos seus seguidores.