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Crise fiscal reduziu crédito consignado, diz presidente do Itaú

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DANIELLE BRANT

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A retração no crédito consignado em 2017 foi provocada por uma cautela maior do Itaú Unibanco em liberar a linha de empréstimo para servidores de Estados que passam por uma crise fiscal, afirmou nesta terça (6) o presidente do maior banco privado do país, Candido Bracher.

No quarto trimestre, a carteira de consignado recuou 1% em relação ao mesmo período de 2016, para R$ 44,2 bilhões. Em relação aos três últimos meses de 2017, a queda foi de 0,8%.

"A razão dessa estabilidade tem muito a ver com o comportamento prudencial em função da crise fiscal que tem afetado Estados e municípios e nos leva a ser muito mais cautelosos na expansão dessa carteira com esses clientes", ressaltou.

"Mas ultimamente já temos visto crescimento da carteira vindo de outros segmentos, INSS, empresas privadas. Então temos boas perspectivas de crescimento para essa carteira em 2018", afirmou.

Bracher também comentou a redução da margem financeira do banco com clientes, que vem sobretudo do ganho com empréstimos.

Segundo ele, a redução é provocada pela queda da Selic e pelo efeito dessa redução na margem de passivo, na margem de produtos de captação, afirmou.

O Itaú projeta crescer mais em produtos com margem, como indivíduos de pequenas e médias empresas, do que em grandes empresas. No ano passado, a carteira de micro, pequenas e médias empresas cresceu 0,4% --na comparação trimestral, o avanço foi de 4,6%.




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