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Economia

Aprovação deve ficar para 2019, diz Itaú

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FLAVIA LIMA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Mesmo repaginada, a reforma da Previdência deve ficar para 2019, ainda que as chances de aprová-la em 2018 tenham aumentado, disse nesta quinta (23) o economista-chefe do Itaú Unibanco, Mário Mesquita.

Com ou sem a reforma, alerta o banco, o teto de gastos estabelecido pelo governo pode ser rompido já em 2019. O teto prevê um limite para as despesas que corresponde à inflação do ano anterior (em 12 meses até junho).

O teto não será cumprido porque, para isso, será preciso um corte de despesas de R$ 15 bilhões em 2019, disse Pedro Schneider, economista do Itaú. A reforma, no entanto, não vai permitir uma economia desse tamanho tão cedo.

Para Schneider, mesmo reduzida -a proposta representa uma economia de 60% sobre o texto original-, a reforma é boa porque ataca pontos estruturais: a aposentadoria precoce e um benefício de aposentadoria acima de outros países.

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