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Maior avião comercial do mundo lança rota em São Paulo

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FABRÍCIO LOBEL E NATÁLIA PORTINARI

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O maior avião comercial do mundo, o Airbus 380, pousou na tarde deste domingo (26) no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo. O evento marca o início de voos diários do Airbus 380 pela América Latina, uma aposta na recuperação econômica dos consumidores brasileiros.

Dezenas de curiosos esperaram a chegada do avião nas grades do Terminal 3, onde há vista para a pista de aterrissagem. O avião substituirá o Boeing 777 nas rotas da companhia árabe Emirates passando por Casablanca (Marrocos), Tóquio (Japão) e São Paulo, um ganho de 38% na quantidade de assentos. As três cidades receberam aviões Airbus 380 neste domingo (26) para comemorar os lançamentos.

O prefeito de São Paulo, João Doria, e de Guarulhos, Eli Correa Filho, compareceram ao evento recebendo o Airbus em São Paulo. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também estava presente.

A Emirates se beneficia com a saída do mercado brasileiro da Etihad Airways, que anunciou o fim dos voos para o Brasil em novembro de 2016. Agora, a companhia será a única disponível para a rota de São Paulo para Dubai (Emirados Árabes Unidos).

"Há um interesse claro dos Emirados Árabes em relação ao Brasil, enxergando uma perspectiva de crescimento econômico no nosso país em 2018", afirmou Doria. O prefeito viajou para Dubai em fevereiro.

Segundo o aeroporto de Guarulhos, um quarto dos passageiros que embarcam na Emirates em São Paulo têm Dubai como destino final; a maioria faz uma escala no Oriente Médio e segue para outros destinos, especialmente Japão e China.

O Airbus 380 da Emirates atende mais de 40 países. Com dois andares e capacidade para 491 passageiros, o avião é conhecido por seus serviços de luxo. Na primeira classe, há um restaurante, suítes privativas e duchas.

O aeroporto de Guarulhos tem capacidade para receber o Airbus 380 desde 2015, quando foi finalizada uma obra que alargou em 15 metros o acostamento da pista de pouso. A adaptação foi uma exigência do contrato de concessão do aeroporto à iniciativa privada.

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