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Ministério do Trabalho quer alternativas a demissões na CSN

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em reunião com sindicalistas nesta segunda-feira (30), o ministro do Trabalho, Miguel Rossetto, disse que vai entrar em contato com a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) para estimular a criação de uma mesa de negociação da empresa com seus funcionários com o objetivo de tentar evitar demissões.
Em nota, o ministério afirmou que uma das alternativas será o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que permite a redução temporária das jornadas de trabalho, com parte da complementação da renda dos funcionários paga pelo governo.
Rossetto reiterou, ainda, que o governo está estudando medidas para apoiar o setor siderúrgico.
Conforme a Folha de S.Paulo noticiou, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) estuda paralisar as operações do alto-forno 2 da Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ), em resposta à queda nas vendas de aço.
Segundo o presidente da Força Nacional, Miguel Torres, que participou da reunião em Brasília, a desativação desse alto-forno já foi comunicada aos trabalhadores e a expectativa do sindicato é que isso vai levar ao fechamento de pelo menos 3.000 vagas.
"Sabemos que o setor vive uma crise, mas não dá para penalizar o trabalhador, temos que encontrar um saída", afirmou Torres.
Ele disse que, além do PPE, pode ser discutida a opção da adoção do lay-off (suspensão temporária dos contratos de trabalho).
A reportagem não conseguiu contato com a CSN na noite desta segunda-feira.




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