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Economia

Aplicativo de namoro Kickoff recebe investimento de R$ 5 mi no Brasil

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O aplicativo de namoro Kickoff recebeu investimento de cerca de R$ 5 milhões para ampliar sua expansão no Brasil. A meta da empresa é atingir um milhão de usuários no final desse ano -atualmente, são 300 mil cadastrados.
Parte do valor veio do Monashees, fundo de venture capital líder em investimentos em empresas de internet no Brasil. O restante é de investidores estrangeiros.
A plataforma, nascida no Brasil, é parecida com o Tinder, mas conecta amigos de amigos que buscam um relacionamento sério. O Kickoff só mostra dez pessoas por dia, e todas têm pelo menos um amigo em comum com o usuário no Facebook. O funcionamento é análogo com outros aplicativos de paquera. É possível dar 'sim' ou 'não' e, em caso de a outra também clicar em sim, é aberta a opção de conversa.
Com o valor do investimento, os criadores pretendem deixar o site mais seguro e reduzir as falhas -os usuários reclamam, por exemplo, de a mesma pessoa aparecer mais de uma vez. "Reconhecemos o problema e estamos correndo para consertar", afirma Pedro Guerra, um dos sócios, atribuindo os problemas ao crescimento acima do esperado.
Em operação desde dezembro do ano passado, mais de 300 mil pessoas já usaram o Kickoff, com mais de 1,5 milhão de combinações e 15 milhões de mensagens trocadas.
Além disso, a empresa irá desenvolver novas funcionalidades para tornar o aplicativo mais ágil. Para conseguir realizar essas mudanças, a empresa está aumentando a equipe de cinco para 10 ou 12 pessoas, contratando principalmente desenvolvedores Android, iOS e backend.
Lançado inicialmente em São Paulo, atualmente o aplicativo funciona também no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Brasília e Goiânia. A empresa, garante Guerra, também tem planos de expandir para outros países da América Latina. Para quem mora em cidades não atendidas, é possível se cadastrar e usar como experimento.
Outra mudança anunciada com o investimento é a entrada de Carlo Dapuzzo, sócio da Monashees (responsável pela transação), no conselho da empresa.




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