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Grécia quer reabrir negociações, mesmo com provável vitória do 'não'

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LEANDRO COLON E FERNANDA GODOY, ENVIADOS ESPECIAIS
ATENAS, GRÉCIA (FOLHAPRESS) - O governo da Grécia quer retomar as negociações com o bloco europeu mesmo com a provável confirmação da vitória do "não", contra a proposta dos credores, no plebiscito deste domingo (5).
As autoridades gregas vão usar dois argumentos em busca de um novo acordo: o respaldo da população para que o governo não aceite os termos da atual proposta e o recente relatório do FMI (Fundo Monetário Internacional) reconhecendo que a dívida do país precisa ser perdoada em pelo menos 30%.
ENTENDA A CRISE GREGA
O ministro de Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, disse neste domingo que acredita na possibilidade de um acordo em 24 horas.
Ao mesmo tempo, o Banco Central grego deve fazer um apelo para o BCE (Banco Central Europeu) aumentar o limite da assistência emergência de liquidez, chamada de ELA, para evitar o colapso bancário a partir de terça-feira (7), quando as agências reabririam. O BCE tem mantido a ajuda no mesmo patamar há mais de uma semana.
A questão agora é como os líderes europeus vão reagir a esse provável resultado indicado nas pesquisas e na apuração até agora. A chanceler alemã, Angela Merkel, pretende ir a Paris se reunir com o presidente francês, François Hollande, para discutir a situação grega após a votação.

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